NOVENA DA IMACULADA CONCEIÇÃO, COROADA DE DOZE ESTRELAS – DE 29 DE NOVEMBRO A 07 DE DEZEMBRO

Imaculada Conceição – Wikipédia, a enciclopédia livre

Devoção recomendada por S. José Calazans

Indulgência: 300 dias cada vez, plenária se todo mes (Pio IX)

Ave-Maria Puríssima, concebida sem pecado!

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amem. 

Louvemos e demos graças à Trindade Augusta de Deus que nos mostrou a Virgem vestida de sol, calçada de lua e coroada de doze estrelas (Pai Nosso)

Louvemos e demos graças ao Pai Eterno que escolheu Maria para Filha (Glória ao Pai)

  1. Louvado seja o Pai Eterno que predestinou Maria para Mãe do seu Filho (Ave Maria)
  2. Louvado seja o Pai Eterno que preservou Maria de toda a culpa (Ave-Maria)
  3. Louvado seja o Pai Eterno que adornou Maria com todas as virtudes (Ave Maria) 
  4. Louvado seja o Pai Eterno que deu a Maria por esposo o puríssimo São José (Ave Maria)  

Louvemos e demos graças ao Filho de Deus, que escolheu Maria Para sua Mãe (Glória ao Pai)

  1. Louvado seja o Filho de Deus que se encarnou e habitou em Maria Santíssima (Ave Maria)
  2. Louvado seja o Filho de Deus que nasceu de Maria sempre Virgem (Ave Maria)
  3. Louvado seja o Filho de Deus que deu a Maria todo poder (Ave Maria)
  4. Louvado seja o Filho de Deus que nos deu Maria por Mãe (Ave Maria)  

Louvemos e demos graças ao Espírito Santo que escolheu Maria por sua esposa (Glória ao Pai)

  1. Louvado seja o Espírito Santo por quem Maria foi Virgem e Mãe (Ave Maria) 
  2. Louvado seja o Espírito Santo por quem Maria foi templo da SS. Trindade (Ave Maria)
  3. Louvado seja o Espírito Santo por quem Maria foi assunta ao Céu (Ave Maria)
  4. Louvado seja o Espírito Santo por quem Maria foi medianeira de todas as graças (Ave Maria)

V/ Bendita seja a Santa e Imaculada Conceição. 

R/ Da Bem-aventurada Virgem Maria.

V/ Ó Maria concebida sem pecado.

R/ Rogai por nós que recorremos a Vós.

Oração da Missa (8 de dezembro):

Ó Deus, que pela Imaculada Conceição da Virgem preparastes para Vosso Filho digna morada, nós Vos suplicamos humildemente que, assim como, em atenção aos merecimentos desse mesmo Filho, Vos dignastes preservá-la de toda mácula, nos concedais igualmente, por sua intercessão, a graça de chegarmos a Vós limpos do pecado. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém. 

Oração composta por São Pio X:

Virgem santa que agradastes ao Senhor a ponto de tornar-se sua Mãe, Virgem Imaculada em vosso corpo, em vossa alma, em vossa fé, em vosso amor, olhai com bondade os infelizes que imploram vossa poderosa proteção. A serpente infernal contra a qual foi lançada a primeira maldição continua a combater e a tentar os  pobres filhos de Eva.

Vós, nossa Mãe abençoada, nossa rainha, nossa advogada, vós que esmagastes a cabeça do inimigo desde o primeiro instante de vossa Conceição, recebei nossas orações e, nós vos suplicamos,  unidos num único coração, apresentai-as diante do trono de Deus, para que nunca nos deixemos cair nas armadilhas que nos são preparadas, mas que cheguemos todos ao porto da Salvação e que, no meio de tantos perigos, a Igreja e a sociedade cristã cantem mais uma vez o hino da liberdade, da vitória e da paz.   Amém

13 DE OUTUBRO: O MILAGRE DO SOL EM FÁTIMA

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Há 105 anos, a 13 de outubro de 1917, dezenas de milhares de pessoas assistiram, à hora prevista, ao chamado “Milagre do Sol” — um sinal pedido a Nossa Senhora por irmã Lúcia, três meses antes, para que todos acreditassem nas aparições de Fátima.

O Sr. Bernardo Motta recolheu cerca de centena e meia de depoimentos de testemunhas oculares, que transcreveu e reuniu num livro: O Milagre do Sol segundo testemunhas oculares.

Sr. Bernardo é católico, casado, pai de 3 filhos e Engenheiro de profissão, dedica o seu tempo livre ao estudo de Fátima, tanto do milagre, como mais recentemente do segredo “em três partes”.

Para ler uma reportagem sobre esse Livro e alguns depoimentos sobre o milagre do sol, clique aqui.

Para ouvir uma entrevista do autor sobre esse milagre, clique aqui.

11 DE OUTUBRO: FESTA DA MATERNIDADE DE NOSSA SENHORA

Ao exaltar a maternidade divina da Santíssima Virgem, a Igreja celebra a Mãe por excelência e o modelo de todas as mães.

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Esta festa foi instituída em 1931 pelo Papa Pio XI por ocasião do 15° centenário do Concílio de Éfeso, onde foi proclamado o dogma da maternidade divina de Maria.
 
Nos textos da liturgia, a Igreja expressa como Maria é Mãe de Jesus, mas também nossa Mãe, uma vez que é por sua intercessão que ela obtém para nós a graça que nos une sobrenaturalmente ao seu Filho divino. A maternidade virginal de Maria estende-se desde Cristo, que ela realmente gerou na sua carne, a todos os membros do Corpo místico do Filho de Deus.
 
Este ensinamento é exposto por São Pio X na encíclica Ad diem illum (1904):
 
“Não é Maria a Mãe de Deus? Portanto é Mãe nossa também. Todos, portanto, que, unidos a Cristo, somos, consoante as palavras do Apóstolo, “membros do seu corpo, de sua carne e de seus ossos” (Ef 5, 30), devemos crer-nos nascidos do seio da Virgem, donde um dia saímos qual um corpo unido à sua cabeça. É por isso que somos chamados, num sentido espiritual e místico, filhos de Maria, e ela é, por sua vez, nossa Mãe comum. Mãe espiritual, contudo verdadeira mãe dos membros de Jesus Cristo…”

OUTUBRO: MÊS DO ROSÁRIO

Nossa Senhora do Rosário – História Nossa Senhora

Prezados amigos, leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Nesse mês do Rosário, disponibilizamos abaixo os links para as Encíclicas de Leão XIII sobre o Rosário e Nossa Senhora.

“Ora pro nobis, sancta Dei Genetrix, Ut digni efficiamur promissionibus Christi.”

Aproveitamos para disponibilizar alguns textos já publicados em nosso blog sobre o Rosário:

UM DIA TU TAMBÉM HÁS DE CRER

Pin on HistóriaUm jovem, cheio de vida e de ardor, esperava pelo trem que devia conduzi-lo à frente de combate.

Sua irmã, agarrada ao braço, com que não querer deixa-lo partir, murmurou ao ouvido:

– Tu me queres bem irmão?

– Podes duvidar disso?

– Então deves me fazer um favor; e não digas não.

– Que desejas, joaninha; farei tudo o que pedires; que queres?

– Quero pregar esta medalha de Nossa Senhora no forro do teu casaco e tu vais prometer-me que nunca a tirarás…nunca, entendestes?

– É só o que desejas? Sabes que não creio nessas superstições, mas para ver-te satisfeita…

–  Eu creio, que um dia também hás de crer.

O trem chegou. Um abraço, um beijo e o jovem soldado pulou para o vagão.

O comboio retomou o seu percurso…e desapareceu. A mocinha, com o coração a partir-se de dor, voltou para casa.

Um dia do mês de Agosto de 1916, os austríacos tomaram de assalto o território comandado pelo jovem capitão. Continuar lendo

NOSSA SENHORA: MEDIANEIRA JUNTO AO MEDIADOR

MARIA MEDIANEIRA, CORREDENTORA E DISPENSADORA DE TODAS AS GRAÇAS – PARTE  1/2 | DOMINUS EST

Pe. Eamon R. Carroll, O.Carm., S.T.D.

Tradução: Dominus Est

A. Mediação em geral

O Cardeal Mercier da Bélgica começou o movimento para peticionar junto à Santa Sé a definição da doutrina de Nossa Senhora Medianeira de todas as graças. Em 12 de janeiro de 1921, o Papa Bento XV[1] permitiu Ofício e Missa especiais em honra de Maria Mediadora em 31 de maio. Em 1922, Pio XI organizou três comissões de teólogos (em Roma, Espanha e Bélgica) para estudar seriamente a questão. Há nos escritos recentes dos papas, especialmente nas encíclicas a partir do Papa Pio IX, uma mina de material sobre o papel de Maria no ganho e distribuição das graças divinas.

Hoje[2], muitos escritores teólogos defendem que esta crença está contida implicitamente na Revelação divina e poderia ser definida como dogma. Não há um teólogo católico hoje que negue à Nossa Senhora o título de Medianeira de todas as graças. Mas como o termo “mediação” tem muitas nuances, é preciso primeiro explicar em que sentido a Mãe de Deus é chamada de Mediadora.

O mediador é uma pessoa que se coloca no meio e une indivíduos ou grupos que estão em lados opostos. Nosso Senhor, Deus-Homem, foi colocado como único Mediador entre Deus e o homem. São Paulo diz: “Com efeito, há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, que é Jesus Cristo homem, o qual se deu a si mesmo para redenção de todos…” (1Tim 2, 5-6). Ao oferecer a Si mesmo, ao longo de toda sua vida e no sacrifício na cruz, Cristo, nosso Mediador, destruiu o muro que se colocava entre Deus e nós, e apagou o que estava escrito contra nós e trouxe seus irmãos humanos de volta à plena amizade com Deus Pai. Nosso Senhor cumpriu sua missão de mediação ao se tornar nosso Redentor ou “Resgatador”. Continuar lendo