DONA DE CLÍNICA DE ABORTOS SUGERE QUEIMAR CORPOS DE BEBÊS PARA PRODUZIR ENERGIA

bebeFonte: ACI

Durante um evento da Federação Nacional do Aborto, filmado através de uma câmera escondida pelo Center for Medical Progress (CMP) como parte de sua investigação da Planned Parenthood, a proprietária de uma rede de clínicas abortistas em Michigan (Estados Unidos) assinalou que é uma “grande ideia” queimar corpos de bebês abortados para produzir energia.

Renee Chelian, proprietária da rede de clínicas abortistas Northland Family Planning, assinalou que diante das dificuldades para desfazer-se dos corpos de bebês abortados, uma alternativa seria queimá-los, embora tivessem que enfrentar um “pesadelo de relações públicas”.

De acordo a Bloomberg, as clínicas de Northland Family Planning faturaram em 2012 cerca de 3,5 milhões de dólares.

O vídeo no qual aparecem as declarações de Chelian foi um dos 11 vídeos não publicados pelo CMP e filtrados recentemente pela página GotNews.com. Continuar lendo

VÂNDALAS ABORTISTAS PICHAM A CATEDRAL DA SÉ, EM SÃO PAULO

Organizadora de protesto se isenta de culpa, mas “se solidariza” com as vândalas: “Igreja é instrumento do patriarcado”

catedral-da-sc3a9-pichada-por-abortistas-foto-cris-faga-folhapressFonte: Aleteia

Na véspera do chamado “Dia das Bruxas”, 3.000 manifestantes pró-aborto fizeram um protesto em São Paulo contra o projeto de lei 5.069/2013, de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que pretende restringir o acesso ao aborto legal nos casos de estupro.

O protesto terminou em vandalismo: a catedral da Sé, no centro de São Paulo, foi pichada por abortistas com seus clichês costumeiros: “Se o papa fosse mulher, o aborto seria legal“, “Tire seus rosários dos meus ovários” e outros indícios similares de falta de argumentos.

A arquidiocese de São Paulo divulgou nota: Continuar lendo

SACERDOTE: DEPOIS DE SER ABUSADA, MINHA MÃE NÃO ABORTOU, PERDOEI E CONFESSEI O MEU PAI

pppadreluisFonte: ACI/EWTN Noticias

“Eu poderia estar em uma lata de lixo, mas me deram a vida”, afirma o sacerdote Luis Alfredo León Armijos, de Loja (Equador) quem aos seus 41 anos compartilha sua história. O seu nascimento foi fruto de um estupro quando sua mãe tinha apenas 13 anos. O presbítero também conta como conheceu e perdoou o seu pai a quem confessou e que agora leva uma vida de fé.

Em diálogo telefônico com o grupo ACI em 6 de fevereiro, o sacerdote diocesano e pároco da Paróquia São José em Loja, relatou que sua mãe, María Eugenia Armijos Romero, quando ainda era menor, cuidava e limpava uma casa em Loja para ajudar os seus pais e seus sete irmãos: “o dono da casa aproveitando que estava sozinho, abusou dela deixando-a grávida”.

Apesar do rechaço de sua família que “não queria que o bebê nascesse e por isso batiam na sua barriga e davam-lhe algumas bebidas para que abortasse”, María sempre defendeu a vida de seu filho e ao ver-se sozinha e sem apoio “orou e sentiu em seu coração que o Senhor lhe dizia: defende essa criança que está em ti”, contou o Pe. León. Continuar lendo

ELE FOI CONCEBIDO EM UM ESTUPRO E HOJE É UM SACERDOTE

alfar-antonioUma história incrível sobre como “Deus escreve certo por linhas tortas”

Fonte: Aleteia

“Minha mãe se sente orgulhosa de ter defendido a vida.”

Quando repetiu estas palavras, o Pe. Antonio Vélez Alfar tinha lágrimas nos olhos. Porque estas palavras o faziam viajar no tempo – mais precisamente, à dramática história da sua mãe, que há alguns anos lhe contou que ele havia sido concebido em umestupro (tropeaedintorni.it, 10 de setembro).

Uma mulher de fé

O sacerdote colombiano, pároco na província de Chubut (Argentina), decidiu dar seu testemunho depois de uma sentença na Suprema Corte de Justiça argentina, que declarou o aborto não punível nestes casos.

“Minha mãe – disse o sacerdote – era uma mulher de grande fé, devota e praticante. Ela dizia que, apesar das circunstâncias terríveis, carregava em seu ventre o milagre de uma nova vida, uma vida que Deus lhe havia dado e que, pelas suas convicções, não poderia abortar. E que, se Deus havia permitido isso, tinha que haver um sentido” (caminocatolico.org).

Estuprada por colegas de trabalho

A mãe do Pe. Antonio foi estuprada aos 27 anos, por vários colegas de trabalho, que montaram uma armadilha durante uma festa, a drogaram e abusaram dela repetidamente. Na dor de não saber quem era o pai, a mulher foi obrigada pela sua família a casar-se com um viúvo, que, depois de casar-se, a maltratava continuamente. Continuar lendo