A TRADIÇÃO VAI A APARECIDA: PEREGRINAÇÃO FSSPX – 21/05/2022

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Prezados amigos, leitores e benfeitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Pela graça de Deus está confirmada a tradicional Peregrinação da FSSPX à Aparecida: 21/05.

O encontro será em Pindamonhangaba e de lá partiremos a pé para visitar nossa Mãe Santíssima.

Serão cerca de 20 quilômetros de percurso de uma cidade à outra, completados em 6 horas de caminhada, mais ou menos.

No trajeto iremos cantando músicas tradicionais, rezando rosários e os padres ficarão à disposição para ouvir confissões.

Teremos a Missa de encerramento e faremos a visita à nossa Mãe Santíssima na Basílica. 

As fotos de nossa última Peregrinação, em 2019, podem ser vistas aqui: IMAGENS DA PEREGRINAÇÃO DA FSSPX À APARECIDA 2019

A FSSPX criou um site próprio para o evento e está disponibilizando nele outras informações sobre a Peregrinação, os procedimentos para inscrição, a taxa obrigatória a ser paga e todos os contatos nas diversas Missões, Capelas e Priorados (clique aqui para acessá-lo e saber mais).

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Aos que quiserem participar conosco e/ou ter mais informações, partindo de Ribeirão Preto, favor entrar em contato pelo gespiox@yahoo.com.br

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OBS: Às pessoas idosas, com problemas físicos, crianças, etc… algumas vans e carros seguem a Peregrinação, para que possam fazer algum tipo de descanso, se necessário. Outros veículos ainda estarão durante o trajeto para distribuírem água.

ORDENAÇÕES AO SUBDIACONATO E SEGUNDAS ORDENS MENORES NOS SEMINÁRIOS DE ECÔNE E ZAITZKOFEN – 2022

No dia 02 de abril de 2022, sábado Sitientes, na Igreja do Imaculado Coração de Maria, no Seminário São Pio X de Ecône, Sua Excelência Reverendíssima D. Alfonso de Galarreta conferiu as Segundas Ordens Menores, de exorcista e acólito, a 12 seminaristas do quarto ano (todos franceses), bem como 1 capuchinho de Morgon.

A seguir ocorreu a ordenação ao subdiaconado, a Primeira Ordem Maior, de 5 seminaristas de Econe (1 canadense, 2 franceses e 2 suíços).

No mês passado, em 12 de março, D. Tissier de Mallerais conferiu, no mesmo Seminário de Econe, a Tonsura clerical a 16 seminaristas: 1 belga, 11 franceses, 1 espanhol e 1 suíço, além de 2 capuchinhos de Morgon, e as Ordens Menores de Hostiário e Leitor para outros 4, todos franceses.

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A FSSPX conta atualmente com (alguns números aproximados):

  • 3 Bispos
  • 693 sacerdotes
  • 137 Irmãos
  • 200 Irmãs em 28 casas [“Relacionadas” à FSSPX: 183 professas e 14 noviças]. As freiras ajudam em 15 escolas e administram outras 4. Estão presentes também em muitos prioradose em duas residências para idosos em Brémien Notre-Dame, na França, e na Maison Saint-Joseph, na Alemanha.
  • 19 Irmãs Missionárias do Quênia
  • 80 Oblatas
  • 250 Seminaristas e 80 pré-seminaristas

Está presente em 37 países e visita regularmente outros 35.

Mantém:

  • 1 Casa Geral
  • 14 Distritos e 5 Casas Autônomas
  • 4 Conventos Carmelitas
  • 6 Seminários
  • 167 priorados
  • 772 centros de missa
  • Mais de 100 escolas (do Ensino Básico ao Médio),
  • 2 universidades
  • 7 casas de repouso para idosos
  • Numerosas Ordens Latinas e Orientais tradicionais amigas em todo o mundo

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No mesmo dia, no Seminário do Sagrado Coração em Zaitzkofen, na Alemanha, D. Tisser de Mallerais ordenou dois jovens ao Subdiaconato

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Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

PARA QUE O TEMPERAMENTO SE TORNE CRISTÃO

Jesus foi dotado das mesmas paixões que nós, porém, as dominava.

Revesti-nos de Cristo” para desenvolver a virtude correspondente às nossas fraquezas passionais.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Antigamente a virtude manifestava a eminência humana. Atualmente, a espessura da carteira é o critério de sucesso. Um grande homem tinha, certamente, um temperamento, mas também brilhava por uma ou outra virtude. Os santos, dos quais se diz com demasiada facilidade que são mais admiráveis ​​do que imitáveis, refletiam as virtudes de Nosso Senhor e, acima de tudo, mostravam o poder de Sua graça. Seguiam constantemente a ordem do Apóstolo aos Romanos: “Revesti-vos de Nosso Senhor Jesus Cristo e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências“.

Na medida em que pertencemos ao corpo místico de Nosso Senhor, participamos de sua graça capital. Essa graça não apenas nos cura desses males e fraquezas que carregamos como herdeiros de Adão, mas nos eleva à vida divina. A partir daí somos capazes de feitos grandiosos, de magnanimidade, de heroicidade. Mas é preciso que as nossas paixões sejam harmoniosamente ordenadas,  ou seja, que nossas virtudes venham temperar com a razão nossa vida sensível. E sem a graça este longo e difícil empreendimento seria impossível. Eis porque devemos nos revestir de Nosso Senhor, isto é, nos entregar cada vez mais à sua influência, nos deixar impregnar pelo seu espírito. 

Cremos que Jesus assumiu perfeitamente a nossa condição humana. Ele foi, por conseguinte, como nós, dotado de todas aquelas paixões que são reações às impressões que o mundo sensível provoca em nós. Jesus pôde, então, ter sido voluntariamente provocado, mas sem jamais ser perturbado ou dominado por suas emoções, das quais, no entanto, todas conheceu. O Evangelho nos revela a sua admirável calma, a sua constante quietude, sua imperturbável serenidade. Quer se trate de uma tempestade violenta, um apóstolo recalcitrante ou um adversário injurioso, nada ou ninguém o fez perder esse autodomínio: o de sua personalidade divina, que assume uma natureza humana cuja harmoniosa beleza é extraordinária.

No entanto, Jesus também experimentou, em certa medida, emoções violentas e dolorosas: a ira, por exemplo, ou a indignação sob o impulso dos quais queria pronunciar palavras veementes ou ameaças terríveis. Haverá algo mais impressionante do que esta série de infortúnios anunciados aos escribas e fariseus (Mt 23)? Mas, acima de tudo, Jesus teve a dolorosa experiência do medo que deprime profundamente a alma, do temor que aperta o coração, da tristeza e do desgosto que se inclinam ao desânimo. Que angústia nesta queixa: “Minha alma está triste até a morte“! Assim, sob o pretexto de que Nosso Senhor constantemente tinha, diante de seus olhos, a ingratidão e a insensibilidade de seu povo, alguns concluíram erroneamente que Nosso Senhor era melancólico. Mas como homem perfeito, Jesus mistura todos os temperamentos e quer mostrar sua riqueza humana. Ele usa como quer, e quando necessário, a variedade e a variação de seus sentimentos para manifestar toda a sua personalidade. São Paulo diz bem: “Não temos um pontífice que possa compadecer-se de nossas enfermidades, mas que foi tentado em tudo à nossa semelhança, exceto no pecado”.

“Cabe a nós desenvolver a virtude que corresponde às nossas fraquezas passionais.”

Jesus é a cabeça do corpo místico e nos conduz em suas pegadas. Ele sempre nos mostra o exemplo e nos dá a ajuda que precisamos para reproduzir sua ação. Continua São Paulo: “Aproximemo-nos, pois, confiadamente do trono da graça, a fim de alcançar misericórdia e de encontrar graça, para sermos socorridos em tempo oportuno”. Portanto, seja qual for nosso temperamento e, portanto, qualquer que seja a paixão que mais ameace perturbar nosso equilíbrio natural ou sobrenatural, cabe-nos desenvolver a virtude que corresponde a essa fragilidade. E para isso temos o modelo, Jesus, que sempre se ajusta ao nosso progresso individual, se estivermos “revestidos de Cristo”. Todos conhecem, por exemplo, a lendária ira de São Francisco de Sales que se tornou um anjo de doçura e benignidade; até mesmo seu fígado mesmo, trazia a marca dos esforços que ele fez para superar aquela paixão que tem alí teve seu lugar! Cabe-nos, então, discernir nosso temperamento, ler o dossiê deste número; mas sobretudo fazer nosso este abandono de São Paulo: “Tudo posso naquele que me fortalece”.

Pe. Benoit de Jorna, FSSPX

Retirado do Editorial da Revista Fideliter, nº 264

UMA CONTINUIDADE IMPOSSÍVEL – SOBRE A DIGNITATIS HUMANAE

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Witor Lira

Prólogo

1 – O Blog da revista La Nef publicou em sua página de 5 de julho de 2014 um estudo do Padre Basile Valuet, OSB, intitulado “Os mal-entendidos de Ecône sobre a liberdade religiosa” (abreviado aqui como BV2). Este estudo é uma resposta ao artigo publicado na edição de março de 2014 do Courrier de Rome, intitulado:Dignitatis humanae é contrário à Tradição” (abreviado aqui como CDR).

2 – Não desconhecíamos a personalidade do Padre Basile, nem o respeitável alcance de sua obra. Queríamos apenas dizer o que pensamos do estudo publicado em julho de 2013 no Bulletin de Littérature ecclésiastique (abreviado como BV1) onde o padre Basile tenta responder às “objeções dos lefebvristas” [1] bem como aos “três argumentos principais daqueles que negam a compatibilidade da Dignitatis humanae com a Tradição” [2]. Esta resposta se apresenta como suficiente por si mesma, e por isso a tomamos como tal [3]. Por outro lado, admitimos sem dificuldade (e já sabíamos) que o padre Basile teve a oportunidade de examinar em seu tempo as objeções apresentadas pela Fraternidade São Pio X contra a liberdade religiosa (a Dubia tornada pública em 1987, assim como a resposta à resposta do CDF a estas mesmas), que foram retomadas e esclarecidas durante as últimas discussões doutrinárias de 2009-2011. Mas com isso, permanece o fato de que as três objeções às quais o padre Basile tenta responder no estudo de julho de 2013 “não correspondem de forma alguma àquelas que a Fraternidade São Pio X apresentou até agora à Santa Sé” [4]. É sempre possível estar enganado, mesmo de muita boa fé, e mesmo com a melhor informação; para dissipar o mal-entendido e deixar a luz passar, é preciso começar limpando o vidro, e dos dois lados. É com este espírito que empreendemos aqui uma nova reflexão, para esclarecer o debate levantado pelo Padre Basile. Para isso, voltaremos aos principais pontos da análise publicada no Blog de La Nef. Mas, primeiro, gostaríamos de chamar a atenção do leitor para o ponto preciso que representa o verdadeiro cerne da dificuldade.

1 – A raiz do problema

3 – Devemos ler o Concílio à luz da Tradição ou a Tradição à luz do Concílio? Essa é a questão. Esta é uma questão fundamental, porque é a do método a ser seguido. E esta é a questão que ainda permanece pendente, entre a Santa Sé e a Fraternidade São Pio X, desde a famosa Declaração de 21 de novembro de 1974 Aparece regularmente na ordem do dia, e é por falta de resposta suficiente que o acordo, tão esperado de ambas as partes, se revela impossível. Sem falar que, recusar-se a fazer a pergunta é já tê-la respondido, porque é postular que a única leitura possível é aquela dada pelo magistério atual. Continuar lendo

COMO MANTER A PACIÊNCIA?

Teresa de Lisieux – Wikipédia, a enciclopédia livre

Fonte: Le Sainte-Anne n ° 336 – Tradução: Dominus Est

Já perto do final de sua vida, Santa Teresa do Menino Jesus admitiu ter recebido percepções (inspirações) particulares sobre a caridade fraterna. Três meses antes de sua morte, ela escreveu: “Este ano, minha Mãe querida, o bom Deus me concedeu a graça de compreender o que é a caridade; antes a compreendia, é verdade, mas de forma imperfeita” (manuscrito C, 11v). Não devemos nos surpreender com este aprofundamento de uma noção que é tão fundamental, nem pensar que Santa Teresa só descobriu ou começou a praticar a caridade fraterna no último ano de sua vida! Mas, como observa o Padre Philipon O.P.: “Os santos estão sujeitos à lei do progresso, personificam até mesmo sua realização mais viva; sua vida é uma ascensão contínua.”

As percepções (inspirações) que o bom Deus concede às almas generosas não são, aliás, meramente especulativas. Os conselhos que Santa Teresa dava às noviças sob sua tutela incluem considerações muito práticas, que se beneficiam de uma experiência e de uma sabedoria crescentes. Como, então, podemos mostrar-nos sempre caridoso? Que “táticas” adotar? Na verdade, não é difícil imaginar que a paciência, por vezes, seja duramente testada em uma comunidade fechada de cerca de vinte mulheres! Como manter a calma ou evitar um comentário provocativo que tanto contribuiria para uma turbulência interna diante das repetidas indelicadezas de uma ou de outra?

Santa Teresa procurava primeiro mostrar como eram frágeis os julgamentos humanos. Ela mesma tinha sido objeto de “correções fraternas” por atos muito delicados de caridade mas que haviam sido mal interpretados. Era fácil mostrar que as intenções mais profundas de uma alma estavam escondidas de outros, e que os atos externos não permitiam medir os esforços feitos, nem mesmo notar todas as vitórias obtidas contra uma natureza rebelde ou a luta contra as circunstâncias, por vezes complexas – e mesmo dolorosas. Quantas situações dolorosas são ignoradas até mesmo pelos mais próximos! Se o bom Deus quis um julgamento geral(final), foi para revelar todas as coisas e demonstrar a justeza de seu governo providencial, perfeitamente medido pelas disposições e méritos de cada um. Entretanto, a palavra de ordem de Nosso Senhor é bem conhecida: “Quero sempre ter pensamentos caritativos, porque Jesus disse: Não julgueis e não sereis julgado” (C 13v). Além disso, é muito mais encorajador ir além da amargura que cega para perceber as qualidades e os bons exemplos que nunca faltam ao nosso redor! Continuar lendo

ENCONTRO DO SUPERIOR GERAL DA FSSPX COM O PAPA FRANCISCO

Fonte: SSPX USA – Tradução: Dominus Est

Declaração oficial

Na terça-feira, 8 de fevereiro de 2022, o Pe. Davide Pagliarani, Superior Geral da Fraternidade São Pio X (FSSPX), foi a Roma. Nesta ocasião, houve um encontro pessoal com o Papa Francisco, que o recebeu em audiência privada por cerca de meia hora.

A conversa, informal, foi muito educada e deu ao Superior Geral a oportunidade de se apresentar ao Santo Padre, com quem se encontrava pela primeira vez. Este encontro permitiu mostrar que a FSSPX não tem outro objetivo senão servir a Igreja em meio à crise atual. O Pe. Pagliarani teve a oportunidade de deixar claro ao Papa que tudo o que a FSSPX faz tem apenas este serviço em mente. Boas lembranças mútuas da Argentina também foram trocadas.

Esta visita do Superior Geral ao Santo Padre correspondia a um desejo que vinha sendo acalentado há algum tempo, mas que infelizmente não pôde ser realizado por muito tempo devido às circunstâncias dos últimos meses.

Não deixemos de rezar pelas autoridades eclesiásticas e, especialmente, pelo Papa Francisco. Por meio dessas orações, que a Tradição Católica recupere todos os seus direitos na Igreja, para que o maior número possível de almas possa se beneficiar e realizar sua salvação eterna.

31 ANOS DA MORTE DE D. LEFEBVRE

Pale Ideas - Tradição Católica!: Dom Marcel Lefebvre fala

“Se minha obra é de Deus, Ele saberá mantê-la e fazê-la servir ao bem da Igreja. Nosso Senhor no-lo prometeu: as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

É por isso que eu me obstino, e se quereis conhecer a razão profunda desta obstinação, ei-la. Eu não quero, na hora de minha morte, quando Nosso Senhor me perguntar: “Que fizeste de teu episcopado, da tua graça episcopal e sacerdotal?” ouvir de sua boca estas palavras terríveis: “Tu contribuíste para destruir a Igreja com os outros.”

D. Marcel Lefebvre

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PARA SABER MAIS SOBRE D. MARCEL LEFEBVRE, CLIQUE AQUI  PARA ACESSAR A TAG DE NOSSO BLOG DESTINADA A ELE.

 

POR UM JEJUM PUJANTE

A Quaresma é um tempo de jejum: menos alimento para o corpo e mais alimento para a alma. Como diz o Prefácio deste tempo litúrgico: “Vitias compresses, mentem elevas; meu Deus, vós que, pelo jejum corporal, reprimis os vícios, elevai a alma, concedei força e recompensa”. Menos comida, mais orações, leituras espirituais, meditações…

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Todavia, esse desejo só será eficaz se for acompanhado de uma firme resolução, realizada de forma dinâmica: jejum das telas, a abstinência dos meios de comunicação. Em outras palavras, menos tempo perdido na internet, na frente do computador, da televisão ou do rádio.

Pois de que serve querer rezar mais, se nunca deixamos de alimentar uma insaciável curiosidade, se ficamos à espreita a tudo o que circula por aí, com o ridículo desejo de “agarrar a espuma” dos dias atuais?

A Quaresma é inútil quando não nos abstemos de embeber nossas mentes com toda essa confusão midiática, imediatamente expulsa pelas notícias do dia seguinte.

Paul Verlaine descreveu perfeitamente a miséria espiritual que hoje se esconde sob uma superabundância de informações: Continuar lendo

INÍCIO DO ANO LETIVO DE 2022 NO SEMINÁRIO DA FSSPX EM LA REJA

Año académico 2022

Retiro espiritual

Este ano contamos com a presença do nosso Superior Geral, o Revmo. Pe. Davide Pagliarani, que veio da Casa Geral para pregar o Retiro de início do ano letivo, iniciado em 7 de março, festa de Santo Tomás de Aquino, da qual também participaram cerca de 20 sacerdotes do Distrito.

A comunidade em 2022

Tivemos um grande número de jovens que ingressaram no Seminário:

  • 9 no ano de espiritualidade (3 brasileiros)
  • 2 como postulantes dos Irmãos (1 brasileiro)
  • 5 no ano de humanidades (2 brasileiros)

A eles devem ser somados os 25 seminaristas que continuam seus estudos, assim como os 6 Irmãos. Atualmente, o número total de membros da comunidade, junto aos padres professores, é de 53.

Banquete com os fiéis no domingo

No domingo que se seguiu ao retiro, dia 13, o Superior Geral celebrou a Missa da comunidade às 10h, seguida de um almoço ao ar livre para o qual todos os fiéis foram convidados e assim saudar o nosso querido ex-Reitor.

Juramento antimodernista e peregrinação ao santuário de Luján

Na segunda-feira, dia 14, o ano letivo foi inaugurado com a Missa votiva do Espírito Santo, pela qual o Reitor e os demais professores renovaram o Juramento Antimodernista. E no dia seguinte, terça-feira, a comunidade foi em peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Luján para colocar o ano a seus pés, implorando suas graças e bênçãos.

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A FSSPX conta atualmente com (alguns números aproximados):

  • 3 Bispos
  • 693 sacerdotes
  • 137 Irmãos
  • 200 Irmãs em 28 casas [“Relacionadas” à FSSPX: 183 professas e 14 noviças]. As freiras ajudam em 15 escolas e administram outras 4. Estão presentes também em muitos priorados e em duas residências para idosos em Brémien Notre-Dame, na França, e na Maison Saint-Joseph, na Alemanha.
  • 19 Irmãs Missionárias do Quênia
  • 80 Oblatas
  • 250 Seminaristas e 80 pré-seminaristas

Está presente em 37 países e visita regularmente outros 35.

Mantém:

  • 1 Casa Geral
  • 14 Distritos e 5 Casas Autônomas
  • 4 Conventos Carmelitas
  • 6 Seminários
  • 167 priorados
  • 772 centros de missa
  • Mais de 100 escolas (do Ensino Básico ao Médio),
  • 2 universidades
  • 7 casas de repouso para idosos
  • Numerosas Ordens Latinas e Orientais tradicionais amigas em todo o mundo

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Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

TRÊS GRAÇAS ESPECIAIS QUE NOS ALCANÇA A INTERCESSÃO DE SÃO JOSÉ

Fonte: Hojitas de Fe n° 238 – Tradução: Dominus Est

Toda a grandeza de São José provém das estreitíssimas relações que teve, pela própria Providência de Deus, com a Santíssima Virgem e o Verbo Encarnado: escolhido para ser esposo da Mãe de Deus, guarda de sua virgindade e de sua reputação, o solícito guardião do Filho de Deus feito homem, o representante do Pai eterno aos olhos do divino Jesus. E esta mesma glória e grandeza que fez a Igreja reconhecê-lo como seu Patrono universal: tendo essas duas vestes preciosíssimas sob seu cuidado e tutela, coube-lhe agora ter a santa Igreja de Deus sob sua tutela; tendo sido o protetor de Jesus em sua pessoa, ele teve que zelar por Jesus em seu corpo místico.

A Igreja se dirige especialmente a São José e ao seu Patrocínio nos momentos calamitosos que tem que viver, e isto é muito compreensível: a ação de São José foi mais evidente quando teve que salvar a vida ameaçada do Menino Jesus, quando teve que libertá-Lo daqueles que procuravam matá-lo. Por isso, o Papa Leão XIII pediu que a devoção a São José se difundisse cada vez mais entre os fiéis e, por isso, o proclamou solenemente Patrono da Igreja Universal, em 1870, quando a Igreja entrava em uma desencadeada perseguição contra ela por todos os inimigos de Deus, e que ainda continua a ocorrer.

Há muitas coisas que San José deve proteger, muitas coisas que devemos lhe pedir. Mas há três graças que lhe são especialmente confiadas, por ter uma relação especial com a missão que recebeu na Sagrada Família; três graças que correspondem a três bens seriamente ameaçados hoje, especialmente na juventude: 1º – a castidade perfeita; 2º – a vida interior; 3º – a perseverança final. Vejamos. Continuar lendo

DEVOÇÃO DAS 7 DORES E 7 ALEGRIAS DE SÃO JOSÉ

Fonte: Hojitas de Fe n° 134 – Tradução: Dominus Est

Já é costume da Igreja, e profundamente enraizado no povo cristão, dedicar o mês de março a São José e promover a devoção a este grande Santo, que a Igreja estabeleceu como seu Padroeiro universal. Testemunha conhecida dessa devoção é Santa Teresa de Jesus, que expõe, no capítulo 6 de seu Livro da Vida, como escolheu este Santo como seu advogado especialíssimo, e recomenda a todos que façam o mesmo, garantindo os muitos frutos e benefícios que dele obterão.

Tomei por meu advogado e senhor o glorioso São José, encomendando-me muito a ele… Eu procurava festejá-lo com toda a solenidade … Não me lembro até hoje de ter-lhe suplicado algo que ele não tenha feito. Espantam-me muito os grandes favores que Deus me concedeu através desse bem-aventurado Santo, e os perigos, tanto do corpo como da alma, de que me livrou. Se a outros santos o Senhor parece ter concedido a graça de socorrer numa dada necessidade, a esse Santo glorioso, a minha experiência mostra que Deus permite socorrer em todas, querendo dar a entender, que São José, por ter-Lhe sido submisso na terra, na qualidade de pai adotivo, tem no céu todos os seus pedidos atendidos. O mesmo viram, por experiência própria, outras pessoas a quem aconselhei que se encomendassem a ele, também por experiência…Eu queria persuadir todos a serem devotos desse glorioso Santo, pela minha grande experiência de quantos bens ele alcança de Deus. Não conheço nenhuma pessoa que realmente lhe seja devota e a ele se dedique particularmente, que não progrida na virtude; porque ele ajuda muito as almas que a ele se encomendam. Há alguns anos, sempre lhe peço, em seu dia, alguma coisa, nunca deixando de ser atendida. Se a petição vai algo torcida, ele a endireita para maior bem meu… Só peço, pelo amor de Deus, que quem não me crê o experimente, vendo por experiência o grande bem que é encomendar-se a esse glorioso patriarca e ter-lhe devoção As pessoas de oração, em especial, deveriam ser-lhe afeiçoadas; não sei como se pode pensar na Rainha dos Anjos, no tempo em que tanta angústia passou com o Menino Jesus, sem se dar graças a São José pela ajuda que lhes prestou. Quem não encontrar mestre que ensine a rezar tome por mestre esse glorioso Santo, e não errará no caminho.”

Para encorajar esta mesma devoção ao Santo Patriarca, não há nada mais conveniente do que oferecer aos fiéis a bela devoção das Sete Dores e Alegrias de São José, que são normalmente recitadas nos sete domingos que precedem a sua festa, mas também podem ser oferecidas ao Santo para lhe implorar alguma graça, ou para o honrar no dia da sua festa. Continuar lendo

TONSURAS E PRIMEIRAS ORDENS MENORES NO SEMINÁRIO SÃO PIO X DE ÉCÔNE – 2022

Fonte: Séminaire Saint-Pie X

Em 12 de março de 2022,  sábado das Têmporas da Quaresma, em nosso Seminário São Pio X em Ecône, D. Tissier de Mallerais conferiu a tonsura clerical a 16 levitas: 1 belga, 11 franceses, 1 espanhol e 1 suíço, além de 2 capuchinhos de Morgon, e as Ordens Menores de Hostiário e Leitor para outros 4, todos franceses.

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A FSSPX conta atualmente com (alguns números aproximados):

  • 3 Bispos
  • 693 sacerdotes
  • 137 Irmãos
  • 200 Irmãs em 28 casas [“Relacionadas” à FSSPX: 183 professas e 14 noviças]. As freiras ajudam em 15 escolas e administram outras 4. Estão presentes também em muitos prioradose em duas residências para idosos em Brémien Notre-Dame, na França, e na Maison Saint-Joseph, na Alemanha.
  • 19 Irmãs Missionárias do Quênia
  • 80 Oblatas
  • 250 Seminaristas e 80 pré-seminaristas

Está presente em 37 países e visita regularmente outros 35.

Mantém:

  • 1 Casa Geral
  • 14 Distritos e 5 Casas Autônomas
  • 4 Conventos Carmelitas
  • 6 Seminários
  • 167 priorados
  • 772 centros de missa
  • Mais de 100 escolas (do Ensino Básico ao Médio),
  • 2 universidades
  • 7 casas de repouso para idosos
  • Numerosas Ordens Latinas e Orientais tradicionais amigas em todo o mundo

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Nota do blog: Colocamos abaixo alguns links sobre a vocação sacerdotal:

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

AS 7 DORES DE SANTO TOMÁS DE AQUINO

Por vezes, acredita-se que a vida de Santo Tomás de Aquino foi de uma doce contemplação. Mas fora exatamente o oposto.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Por vezes, acredita-se que a vida de Santo Tomás foi de uma contínua e doce contemplação, que ele conheceu apenas alegrias espirituais e consolações intelectuais e que morreu cercado pelo afeto dos seus. Mas a verdade é exatamente oposta.

1 – Aos 20 anos, em 1244, quando era noviço dominicano, foi sequestrado por seus irmãos. Sua família queria que ele se tornasse um beneditino, a fim de que pudesse se tornar abade de Monte Cassino, uma posição de prestígio. Mas ele foi chamado a servir a Deus em uma Ordem mendicante. Teve, por conseguinte, que enfrentar a oposição de sua mãe e de seus irmãos. Levado de volta manu militari ao castelo da família, ficou trancado lá por cerca de um ano. Um ano preenchido pela oração e leitura dos Padres da Igreja, mas um ano vivido no sofrimento de não poder continuar seu noviciado em condições normais.

2 – Em 1252, Frei Tomás foi nomeado em Paris para ensinar como bacharel sentenciado. Tinha 27 anos. Foi nessa época que surgiu uma animada disputa entre os seculares e os regulares. Guillaume de Saint-Amour perseguiu os mendicantes para impedi-los de ensinar. Os dominicanos e os franciscanos são expulsos da corporação universitária. O Papa Inocêncio IV pronunciou-se a favor dos seculares. Do ponto de vista acadêmico, a situação dos mendicantes era desesperadora. A perseguição foi até mesmo física, de tal modo que, em janeiro de 1256, o rei São Luís teve que enviar guardas para proteger os conventos parisienses contra ataques. Os frades pregadores estavam dispostos a sofrer o martírio nas mãos dos infiéis, mas não esperavam suportá-lo da parte de seus irmãos católicos.

Finalmente, o novo papa, Alexandre IV, anulou as disposições de seu antecessor. O Frei Tomas, portanto, sofreu perseguição desde o início de sua vida religiosa. Como disse São Paulo, quem quiser viver piedosamente em Cristo Jesus sofrerá perseguição(1).

Por vezes imaginamos Santo Tomás estimado por todos os teólogos, ouvido pelos intelectuais de seu tempo, admirado por seus alunos, louvado pelos papas, honrado pelos cardeais, consultado por todos os grandes deste mundo. Esta visão é parcial e muito incompleta. Como Nosso Senhor durante sua vida pública, Frei Tomas foi odiado por muitos de seus contemporâneos, e sua sensibilidade aguçada sofria com isso. Alguns pequenos intelectuais católicos viram em sua doutrina um perigo mortal para a fé católica. Continuar lendo

“…RECONHECER POR DETRÁS DA MÃO QUE NOS ATINGE O PAI ETERNO QUE NOS PURIFICA…”

La Tradizione Cattolica, n° 119 (2021 n. 4) - Distretto d'Italia

Fonte: FSSPX Italia – Tradução: Dominus Est

Editorial

Há muitos anos, os católicos vivem em relativa paz em nossos países europeus. Ainda assim, devemos reduzir essa afirmação à Europa Ocidental, como era chamada até a queda do Muro de Berlim no “distante” 1989. A perseguição é sutil: é a atratividade do mundo. No entanto, quantos fez cair ao nosso redor, ou quantas vezes adormecemos nos “doces braços” da morte do pecado?

Quando lemos os testemunhos dos católicos chineses ou, mais perto de nós, há alguns anos, o perdão, a coragem e a fé viva dos perseguidos pelo ISIS no Oriente Médio, podemos nos perguntar se a perseguição não é um bem que Deus envia para aqueles que ama.

Já no Antigo Testamento, quando Deus havia prometido bênçãos materiais como recompensa pela fidelidade do povo, o Deus Trino ensinou aos seus justos o caminho da cruz: “E, porque tu eras aceito a Deus, por isso foi necessário que a tentação te provasse.” (Tob 12, 13), disse o Arcanjo Rafael ao velho Tobias. E Yahweh disse ao seu povo: “Eis que te acrisolei (no fogo da tribulação), mas não (com tanta intensidade) como a prata” (Is 48,10). No livro dos Macabeus encontramos esta bela proclamação de fé e esperança na boca do penúltimo dos sete irmãos mártires: “Não te enganes vãmente, porque, se nós padecemos isto, é porque o merecemos, tendo pecado contra o nosso Deus, e assim atraímos sobre nós estes tão espantosos fia gelos. Mas não imagines que hás-de ficar sem castigo, depois de teres empreendido combater contra Deus.” (II Mac 7,18-19). E o último acrescenta: “E, se o Senhor nosso Deus se irou um pouco contra nós para nos castigar, e para nos corrigir, ele se tornará a reconciliar outra vez com os seus servos… Quanto a meus irmãos, depois de terem suportado agora uma dor transitória, entraram já na aliança da vida eterna” (Ibidem, 33 e 36). Continuar lendo

O UNIVERSO EM EXPANSÃO

Ite Missa Est

Fonte: SSPX Great Britain and Scandinavia – Tradução: Dominus Est

Caros fiéis,

Os recentes editoriais do Ite Missa Est lamentaram a existência, cada vez mais restrita, de uma monocultura tecnológica, racionalista, ateísta, materialista e cada vez mais autoritária em que nos encontramos (The Shrinking Universe Nov-Dez 2021 e Going Chinese Jan-Fev 2021), e apontaram para a adesão viva ao Corpo Místico de Cristo como o único caminho para a verdadeira liberdade. Este editorial expande o significado dessa participação viva ao Corpo Místico de Cristo como objetivo da vida cristã, como pode ser adquirida, seus graus de perfeição e como ela nos liberta.

Doutrina do Corpo Místico de Cristo

A doutrina do Corpo Místico de Cristo é desenvolvida com grande clareza e beleza na encíclica Mystici Corporis (1943) do Papa Pio XII. O termo Corpo Místico de Cristo é uma analogia que serve tanto como definição como descrição da Igreja Católica Romana:

Ora, para definir e descrever esta verdadeira Igreja de Cristo – que é a santa, católica, apostólica Igreja romana – nada há mais nobre, nem mais excelente, nem mais divino do que o conceito expresso na denominação “corpo místico de Jesus Cristo”; conceito que imediatamente resulta de quanto nas Sagradas Escrituras e dos santos Padres freqüentemente se ensina.” Continuar lendo