25/03/2021 – 30 ANOS DO FALECIMENTO DE S.E.R. DOM MARCEL LEFEBVRE

“Somos todos filhinhos Dele”.

Aos 30 anos da morte de Dom Marcel Lefebvre, como nossa singela homenagem, reapresentamos a nossos leitores um post publicado por nós há exatos dez anos: os últimos instantes deste heróico arcebispo, a quem a Igreja tanto deve neste sombrio momento em que vivemos.

Obrigado, Monsenhor!

Fonte: Fratres in Unum

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Tempo da paixão

Tomando conhecimento da morte de sua irmã mais velha, Jeanne, Dom Lefebvre decidiu não ir ao seu funeral [ndr: por conta de seus problemas de saúde]: “Rezo todo dia para que eu possa morrer antes de perder minha consciência. Prefiro partir, pois se caísse em contradição, diriam: ‘Aí está; ele disse que errou!’ E eles tirariam vantagem disso”.Muitas vezes o Arcebispo mencionava a morte suave de sua irmã mais velha, chamada de volta à casa por Deus quando acabara de ir tirar um cochilo; ele gostaria de ter falecido assim, embora com a Extrema Unção. Mas Deus pediria ao padre e bispo Marcel Lefebvre que tomasse parte em Seus sofrimentos redentores.

Em 7 de março de 1991, festa de Santo Tomás de Aquino, o Arcebispo deu a seus amigos e benfeitores de Valais a tradicional conferência. Cheio de fé e eloqüência, concluiu com estas palavras: “Nós as teremos!”. E no dia seguinte, às 11 da manhã, celebrou o que seria sua última Missa na terra. Mas tamanhas eram sua dor de estomago e fadiga que realmente pensou que não poderia terminá-la. Apesar disso, partiu de carro para Paris, a fim de assistir ao encontro dos fundadores religiosos nos “Círculos da Tradição”:  “É algo muito importante”, disse, “e está dentro do meu coração”.

Hospitalização, operação

Ele sequer passou de Bourg-en-Bresse; por volta das 4 da manhã, acordou seu motorista, Rémy Bourgeat: “Não estou bem”, disse, “vamos voltar para a Suíça”. E a seu pedido, ingressou no hospital em emergência na manhã de 9 de março. O direitor do hospital em Martigny, Sr. Jo Grenon, era um amigo de Ecône. O Arcebispo foi acolhido na ala operatória no quarto 213. Atrás das montanhas que cercam a cidade estava Forclaz, e França, e não muito distante o Grande Passo de São Bernardo, Itália, e Roma.

O Arcebispo estava confiante, mas sofria: “É como um fogo queimando meu estômago e subindo até meu peito”.

Padre Simoulin deu-lhe a Sagrada Comunhão, que receberia até a sua operação: Ele o agradeceu: “Fiz o senhor perder as vésperas… mas o senhor fez uma obra de caridade. Trouxe para mim o melhor Médico. Nenhum deles pode me dar mais do que o senhor deu”.

Admirava o Crucifixo, que fora trazido para o altar temporário em seu quarto: “Ele ajuda a suportar os sofrimentos”.

Analgésicos ajudavam a diminuir seus sofrimentos e era alimentado intravenosamente. Brincava, dizendo às enfermeiras: “Vocês fizeram um bom negócio comigo: estou pagando integralmente e vocês sequer estão me alimentando!”

Além do mais, era muito paciente e os médicos tiveram que repreendê-lo para que falasse sobre suas dores. As enfermeiras acharam-no muito gentil e excepcionalmente discreto: nunca usara o sino para pedir atenção. Não queria incomodar os outros. Estava um pouco preocupado com as conseqüências de uma cirurgia, mas ao mesmo tempo resignado e confiante. Disse por diversas vezes: “Terminei meu trabalho e não posso fazer mais. Não me resta senão rezar e sofrer”.

Na segunda-feira, 11 de março, sentiu um calafrio subindo suas pernas e pediu a Extrema-Unção, que recebeu com grande recolhimento e simplicidade, mantendo seus olhos fechados e respondendo ao sacerdote de maneira muito clara. Em seguida, pediu a benção apostólica in articulo mortis (na hora da morte) e então abriu seus olhos tranquilos, sorriu, agradeceu ao sacerdote e acrescentou: “Quanto às orações pelos moribundos, podemos esperar um pouco mais”.

Melhorara um pouco, mas ainda não havia começado a rezar novamente seu breviário. “Então rezo algumas orações simples. Não sirvo para mais nada. Nada mal”.

Ele já havia passado por numerosos exames quando na quinta-feira, 14 de março, os médicos decidiram dar-lhe uma refeição que apreciasse e que lhe desse alguma resistência. Mas ele não a comeu, a fim de que pudesse receber a Sagrada Comunhão… o Padre estava com pressa. Na mesmo dia, um dos médicos disse ao Padre Denis Puga: “Padre, devo lhe dizer algo. Passei o dia com o Arcebispo por causa dos exames. Ele é um homem extraordinário, e sinceramente é um prazer estar com ele. Que bondade! É possível ver a bondade divina em sua face. O senhor realmente é privilegiado por estar tão próximo dele. As pessoas não percebem quando o vêem nos jornais. Pedi ao Arcebispo que rezasse por mim”.

Esse médico não era católico. Na sexta-feira, 15 de março, Dom Lefebvre foi levado a Monthey para ser examinado por um tomógrafo. Voltou ao hospital onde seus padres o encontraram com certa dificuldade por causa do intravenoso, que estava lhe causando inchaço:

“Suas veias estão muito difíceis”, disse-lhe o Padre Simoulin.

“Não, muito pelo contrário, parece que elas estão bem e miúdas. Que tal… para um bispo de ferro!”

No sábado, dia 16, Sitientes, as ordenações ao subdiaconato ocorreram em Ecône. “Estava unido em oração com a ordenação”, disse o Arcebispo ao Padre Puga.

“É a primeira ordenação, e ela não teria ocorrido se o senhor não nos tivesse dado bispos”.

“Sim, de fato aquele ano de 1988 foi uma grande graça, uma benção do Senhor, uma verdadeiro milagre. Esta é a primeira vez que fiquei seriamente doente em que também fiquei perfeitamente em paz. Devo admitir… desculpe… mas antes, quando eu ficava doente, estava sempre preocupado pelo fato da Fraternidade ainda precisar de mim e de que ninguém poderia fazer o meu trabalho. Agora estou em paz, tudo está pronto e caminhando bem”.

No domingo, dia 17, Domingo da Paixão, após receber a Sagrada Comunhão, ele explicou que seria operado nos próximos dias e advertia: “Que o Senhor me leve, se quiser”.

Assim, a cirurgia ocorreu na segunda-feira da Semana da Paixão: “Quando o médico me pediu para contar até dez enquanto eu adormecia, fiz um grande sinal da Cruz… e então… não havia mais nada. Depois acordei e perguntei: “Então a cirurgia não está indo adiante?”

“Mas Sr. Lefebvre [sic], já acabou”, responderam.

Este foi o relato que o Arcebispo fez de sua cirurgia. O cirurgião removeu um grande tumor, do tamanho de mais ou menos três toranjas. Aconteceu de ser canceroso, mas nada foi dito ao paciente. Estava exausto pela cirurgia, mas sorriu por detrás de sua máscara de oxigênio e do tubo estomacal. Na noite da quarta-feira, ficou ansioso; seus membros estavam terrivelmente inchados e tinha dores nas costas e de cabeça. Disse: “É o fim, tenho uma terrível dor de cabeça. O bom Deus deve vir e me levar. Quero realmente morrer com um pouco dos meus padres ao meu redor para rezarem a oração pelos agonizantes. Eles não podem me negar isso”.

Pensava que seus padres estavam sendo impedidos de vê-lo e a chegada de Padre Puga, na manhã da quinta-feira, o acalmou. Ficou novamente otimista e muito mais alegre. No Sábado da Semana da Paixão, Dom Lefebvre falou sobre os procedimentos humilhantes e dolorosos que tivera de sofrer, e disse que o menor dos esforços o exauria. Suas mãos estavam inchadas.

“Estamos no tempo da Paixão”, disse o Padre Simoulin.

O Arcebispo fechou seus olhos e repetiu: “Sim, é a paixão!”. Ele não podia receber a Comunhão: “Sinto falta… preciso dela… ela me dá força”, disse tristemente.

Na noite do mesmo dia, Padre Puga o contou sobre algumas observações do Cardeal Gagnon na 30 Giorni, no sentido de que não encontrara nenhum erro doutrinal em Ecône. O Arcebispo encolheu os ombros: “Um dia a verdade virá. Não sei quando, mas o bom Deus o sabe. Mas virá”.

Morte dolorosa

Ao final, o Arcebispo não tinha a menor dúvida de que fizera a coisa certa. Como veremos, seu fim foi, assim como sua vida, centrado e fortalecido por uma fé que era simples, discreta e modesta. Parece não ter havido mensagens espirituais ou novissima verba – “últimas palavras”. Fez algumas poucas observações que eram aparentemente comuns ou “mesmo travessas, embora não maliciosas”, cuja importância apenas seriam visíveis posteriormente, especialmente com relação àqueles que pouco ou nada conheciam Dom Lefebvre e que não poderiam imaginar como ele morreu, já que não viram como ele viveu.

No Domingo, 24 de março, o primeiro dia da Semana Santa, as condições do paciente repentinamente pioraram. Na sexta-feira, pediu por seu relógio e aparelho auditivo (prova de que estava se sentindo melhor) e no sábado pensaram em transferi-lo de volta para seu quarto no dia seguinte. Mas no domingo, a esperança deu lugar à preocupação: o Arcebispo tinha uma temperatura muito alta e o cardiologista decidiu mantê-lo na unidade de tratamento intensivo. Estava agitado e sentia dores, e falava incessantemente, mas por conta da máscara de oxigênio havia dificuldade para compreendê-lo. Todavia, Jo Grenon decifrou: “Somos todos filhinhos Dele”. Quando Grenon o deixou, o Arcebispo sorriu e estendeu sua mão para dizer adeus.

Quando o Padre Simoulin disse a ele que seu irmão Michel Lefebvre viera, sorriu o máximo que pôde e a alegria brilhou em sua face. Por volta das 7 da noite, o reitor de Ecône retornou ao hospital, mas assim que entrou na unidade de tratamento intensivo, ouviu o assustador som do forte gemido que podia ser ouvido acima dos barulhos vindos do equipamento ao lado; ele aumentava ainda mais por causa da máscara de oxigênio. O Arcebispo estava absolutamente exausto e não podia falar, mas compreendia tudo que o padre lhe disse: “Excelência, o retiro que o senhor estaria pregando para nós… está sendo pregado de uma maneira que não prevíamos!”. O Arcebispo sorriu. “Alguns dos fiéis de Valais, incluindo os motoristas [ndr: amigos pessoais de Dom Lefebvre], estão seguindo o retiro conosco”. E o Arcebispo sorriu novamente.

Então o padre notou o Crucifixo do cubículo e fez uma observação, enaltecendo o hospital e seu bom diretor, que colocava todo paciente sob o olhar do Redentor. Muito lentamente o Arcebispo moveu sua cabeça à esquerda, para olhar na direção em que o Padre apontara, e então suavemente fechou os olhos.

Um sorriso… um olhar para o Crucificado… estas foram as últimas palavras de Dom Lefebvre. Um sorriso… para dizer obrigado, para acalmar, para encorajar os outros a terem a mesma serenidade, um sorriso de caridade e atenção aos outros, no esquecimento de si mesmo. Um olhar em direção ao Crucifixo, o último gesto consciente que seus filhos viram-no fazer: o olhar adorador do contemplativo e do sacerdote.

Por volta das 11:30 da noite, o hospital ligou para Ecône: Dom Lefebvre acabara de sofrer uma parada cardíaca e estava em processo de ressuscitação. Os Padres Simoulin e Laroche encontraram o Arcebispo respirando com grande dificuldade: seus olhos estavam fixos e vidrados. Fora-lhe administrada uma massagem cardíaca e devia ter sofrido uma embolia pulmonar.

Enquanto o Padre Laroche retornava ao seminário para acordar a comunidade e levá-la para rezar na capela, Padre Simoulin permanecia com o Arcebispo, que dolorosamente tentava respirar; era como a agonia do Crucificado. Com o passar do tempo, seu rosto ficava mais revestido de dor enquanto as medições nos monitores diminuíam pouco a pouco.

Por volta das 2:30 da madrugada, seu declínio se acelerou e sua respiração diminuiu, ao passo em que a dor ainda traçava uma marca em sua fronte. Pouco a pouco tudo se acalmava. Em torno das 3:15 da madrugada, o padre disse à enfermeira: “Sua alma está apenas esperando por uma coisa: deixar seu corpo que sofre e estar com Deus”;

“Acho que a alma está deixando agora”, disse a enfermeira, saindo depois.

Padre Simoulin começou então as orações pelos agonizantes. “Exatamente no momento em que eu terminara”, disse, “era por volta das 3:20 da manhã, e o Superior Geral, Padre Schmidberger, entrou na unidade de tratamento intensivo. O monitor do pulso caiu até ‘00’, mas ainda se podia ouvir a respiração: era o Arcebispo ou a máquina? Ofereci o ritual ao Padre Schmidberger, que recomeçou as orações in expiratione”.

Alguns últimos surtos de dor relampejaram do rosto do Arcebispo e então, por volta das 3:25 da madrugada, os sofrimentos cessaram completamente e ele retornara à paz novamente. O Superior Geral então fechou os olhos do amado pai.

Era uma segunda-feira da Semana Santa, 25 de março, festa da Anunciação da Santíssima Virgem Maria, o dia em que o Céu sorriu para a Terra e quando a esperança renasceu nas almas: o dia da Encarnação do Filho de Deus e da ordenação sacerdotal de Jesus Cristo como Sumo Sacerdote. Neste dia, a alma de Marcel Lefebvre foi julgada…

Em Lille, quinze anos antes, ele disse: “Quando eu estiver diante de meu Juiz, não quero ouvi-lo dizer a mim: ‘Vós também, vós deixastes a Igreja ser destruída’”.

Então, naquele 25 de março de 1991, quando Deus o perguntou o que fizera com a graça de seu sacerdócio e episcopado, o que, de fato, poderia ele ter respondido, esse velho soldado da Fé, esse bispo que restaurou o sacerdócio Católico?

“Senhor, vede, eu transmiti tudo o que podia ter transmitido: a Fé Católica, o sacerdócio Católico e também o episcopado Católico; Vós me destes tudo isso e tudo isso transmiti para que a Igreja pudesse continuar”.

“Transmiti o que recebi”.

"Transmiti o que recebi".“Vosso grande Apóstolo disse, ‘Tradidi quod et accepi’ e como ele eu quis dizer: ‘Tradidi quod et accepi’, transmiti o que recebi. Tudo que recebi, transmiti”.

Ninguém tem maior amor

Os restos mortais do fiel lutador foram solenemente trazidos de volta para Ecône. Em vestes pontificais, ficaram velados na capela de Notre Dame des Champs. A multidão formou fila por toda a semana; até o Núncio e Dom Schwery, bispo de Sion, vieram e abençoaram o corpo daquele que o Papa declarou excomungado. O corpo foi assistido dia e noite, da segunda  [dia 25 de março] até a terça-feira da Páscoa [2 de abril]. O Arcebispo recebeu uma benção final na manhã de 2 de abril, e então o caixão foi fechado. Uma placa foi afixada sobre o mesmo, ornado com as armas do Arcebispo e as palavras que ele pediu que se gravasse: Tradidi quod et accepi.

Lentamente o Arcebispo foi carregado sobre os ombros de seus padres e passou pela multidão de vinte mil fiéis que se reuniram para o funeral. Foi levado pelo campo de Ecône no qual ele muitas vezes transmitiu a graça do sacerdócio. Então chegou à “basílica-tenda”, no fundo do campo, onde ocorreriam a Missa e as Absolvições Pontificais. O clima estava frio e nublado; o sol apenas brilhava no lado oposto do vale. De repente, no meio da cerimônia, ele lançou suas luzes na imensa multidão de amigos da Fraternidade São Pio X. O calor se espalhou. Então, quando o corpo foi levado de volta pelo campo, debaixo do céu azul, a seu lugar de descanso em Ecône, vinte mil almas sentiram em seus corações que ali a vida estava passando e continuando. Este também era o sentimento nos corações de seus filhos no sacerdócio, cada um deles segurando uma pequena vela acesa na ofuscante luz refletida nas rochas atrás de Ecône. A Tradição estava viva.

No livro de condolências, um dos “soldados católicos” que seguiu a Tradição da Igreja graças a Dom Lefebvre, escreveu estas breves linhas: “Obrigado por intervir, por salvar o sacerdócio, por ter sido o nosso porta-bandeira, por ter se oferecido em holocausto para salvar o seu povo”.

Sim, ele amou a Igreja com todo o seu coração até os próprios limites do amor: in finem dilexit. Não teria ele mostrado o maior amor possível? Ele amou mais do que muitos, esse homem que até o último instante “acreditou na caridade que Deus tem por nós”.

Marcel Lefebvre, The Biography – Dom Bernard Tissier de Mallerais, 608-614, Angelus Press, 2004 – Tradução: Fratres in Unum.com

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A IGREJA CONCILIAR SUBSISTE

Como tantas vezes já denunciamos, o Concílio Vaticano II fundou uma nova religião, tendo como base um credo ecumenista, que admite e exige dos seus membros o pluralismo religioso, em nome do Homem, que foi colocado como o deus de um novo mundo.

Gustavo Corção nos deu a chave do mistério que envolve essa nova Igreja humanista, quando propos que uma mesma hierarquia governa as duas Igrejas, a Católica e a Igreja ecumênica de Vaticano II.

Resultado de imagem para Dom Bernard Tissier de MalleraisEssa nova religião foi chamada, pelo Card. Benelli, de Igreja conciliar, oposta em tudo à Igreja Católica; tanto na sua doutrina que é modernista, como no novo Direito Canônico, na nova Biblia, nos seus ritos sacramentais, sobretudo na Missa Nova.

O artigo que leremos agora nos ajuda a não termos escrúpulos por causa da marginalidade que os chefes dessa nova Igreja nos impõe. Ele foi publicado na Revista Le Sel de la Terre, nº 85, 2013.  [Nota da Editora Permanência]

A IGREJA CONCILIAR SUBSISTE

Dom Bernard Tissier de Mallerais, FSSPX

A Igreja conciliar, que está destinada a se auto demolir, faz um grande esforço para subsistir.  Em que consiste a sua tenacidade? Consiste em que a sua hierarquia usa de todo o poder da hierarquia católica que ocupa, detém e desvia.  Leia a continuação.

Desde a instauração da missa de Paulo VI, essa hierarquia perseguiu, continuamente, os sacerdotes fieis à missa verdadeira, ao catecismo verdadeiro, à verdadeira disciplina sacramental, e também perseguiu os religiosos fieis à sua Regra e a seus votos. Vários são os sacerdotes que morreram de desgosto por dever – por obediência, acreditavam eles – adotar os novos ritos e usos. Vários também foram aqueles que morreram no ostracismo, pressionados canônica e psicologicamente, porém felizes em dar um testemunho inflexível do rito católico, da fé íntegra e de Cristo-Rei. As ameaças, o medo, as censuras e outras punições não os abalaram. Contudo, é triste constatar quantos são aqueles que cederam a esses métodos de violência, à chantagem da « desobediência » e da destituição exercida por seus superiores.

E nisso colocamos o dedo na ferida da malícia liberal desses superiores : Não se diz, com toda razão, que não há alguém mais sectário que um liberal ?   Não tendo princípios para fazer com que a ordem reine, fazem com que reine um regime de submissão pelo terror. Continuar lendo

D. VIGANÒ FALA SOBRE D. LEFEBVRE, FSSPX, CITA D. TISSIER, ENTRE OUTROS TEMAS REFERENTES À TRADIÇÃO E A IGREJA

Fonte: Dies Irae

Caro Dr. Kokx,      

Li, com grande interesse, um seu artigo intitulado Perguntas para Viganò: Sua Excelência tem razão sobre o Vaticano II, mas o que acha que deveriam fazer os católicos agora?, publicado, a 22 de Agosto, no Catholic Family News. Tratando-se de questões muito importantes para os fiéis, respondo-lhe de bom grado.  

Pergunta-me: «O que significa “separar-se” da igreja conciliar segundo o Arcebispo Viganò?». Respondo-lhe com uma questão: o que significa separar-se da Igreja Católica de acordo com os defensores do Concílio? Embora seja evidente que não é possível misturar-se com aqueles que propõem doutrinas adulteradas do manifesto ideológico conciliar, deve-se notar que o simples facto de sermos baptizados e membros vivos da Igreja de Cristo não implica a adesão à estrutura conciliar; isto vale, antes de mais, para os simples fiéis e para os clérigos seculares e regulares que, por várias razões, se consideram sinceramente Católicos e que reconhecem a Hierarquia.

Em vez disso, deve ser esclarecida a posição daqueles que, declarando-se Católicos, abraçam as doutrinas heterodoxas que se difundiram nas últimas décadas, com a consciência de que essas representam uma ruptura com o Magistério precedente. Neste caso, é legítimo questionar a sua real pertença à Igreja Católica, na qual, todavia, ocupam cargos oficiais que lhes conferem autoridade. Uma autoridade exercida ilicitamente, se a finalidade que se propõe é obrigar os fiéis a aceitar a revolução imposta depois do Concílio.

Uma vez esclarecido este ponto, é evidente que não são os fiéis tradicionalistas – ou seja, os verdadeiros Católicos, nas palavras de São Pio X – que devem abandonar a Igreja na qual têm pleno direito de permanecer e da qual seria lamentável separar-se; mas os Modernistas, que usurpam o nome católico precisamente porque é o único elemento burocrático que lhes permite que não sejam considerados como qualquer outra seita herética. Esta sua pretensão serve, de facto, para evitar que acabem entre as centenas de movimentos heréticos que, ao longo dos séculos, acreditaram poder reformar a Igreja segundo a própria vontade, colocando o seu orgulho acima da humilde custódia do ensinamento de Nosso Senhor. Mas como não é possível reivindicar a cidadania de uma Pátria de que não se partilha a língua, a lei, a fé e a tradição, assim é impossível que aqueles que não partilham a fé, a moral, a liturgia e a disciplina da Igreja Católica possam reivindicar o direito de permanecer nela e até mesmo de ascender aos graus da Hierarquia. Continuar lendo

A EUTANÁSIA EM QUESTÃO

Dom Bernard Tissier de Mallerais

Nota da Permanência: No momento em que a Cultura da Morte se lança sobre mais uma vítima, convém conhecer o que a Igreja nos ensina acerca do problema da Eutanásia.

Os motivos invocados: da compaixão ao cinismo

O sentimento de pena por aqueles que não têm cura, no estágio das “dores terminais”, intoleráveis para ele e para mim, obrigam-me a abreviar os seus sofrimentos. Eu vou lhe aplicar uma injeção, como fazemos com os animais. Desse modo, não faço mais do que apressar uma morte absolutamente inevitável (cf. D. C. 1885, 1128).

A dignidade humana funda um “direito a morrer com dignidade”. Ora, os sofrimentos intoleráveis ou o estágio de inconsciência são indignos do homem. Eu tenho portanto o direito de preveni-los ou abreviá-los… (cf. L’Alsace 21.09.1984)

A liberdade, apanágio da pessoa humana, deve estender-se igualmente à “escolha da vida”, à “escolha da morte” (tema do Congresso de Nice, 21-23.09.1984 — organizado pela ADMD: Associação pelo Direito de uma Morte Digna). Eu afirmo minha liberdade ao não me deixar impôr pela natureza uma morte contrária ao meu alvitre. O suicídio de Henri de Montherlant, condenado pelo seus médicos, foi a morte de um homem livre!

O interesse da sociedade… “Cremos que a sociedade não tem nem o interesse nem a necessidade genuína da sobrevivência de um doente condenado” (declaração de quarenta personalidades, entre as quais três prêmios Nobel, 1974). “A morte legal pode se situar após os 80 anos, data além da qual os médicos poderiam se manter isentos… Eu não creio mais absolutamente no ponto de vista tradicional segundo o qual todos os homens nascem iguais e sagrados” (Professor Crick, Tribune médicale, 21.11.1970). Continuar lendo

ORDENS MENORES E SUBDIACONATO EM ECÔNE E ZAITZKOFEN – 2019

No dia 6 de abril, no sábado chamado Sitientes, D. Fellay conferiu as segundas ordens menores a 2 clérigos da FSSPX e a 1 irmão dos Cooperadores de Cristo Rei, de Caussade, bem como ordenou o subdiaconato a 9 seminaristas, em Ecône (Suiça)

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No mesmo dia, D. Alfonso de Galarreta ordenou 3 subdiáconos no Seminário do Sagrado Coração de Jesus, em Zaitzkofen (Alemanha).

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As ordenações nos Estados Unidos foram postergadas devido aos problemas de saúde enfrentados por D. Tissier.

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

ORAÇÕES POR D. TISSIER

Fonte: SSPX USA – Tradução: Dominus Est

A ordenação das “ordens menores”, marcada para hoje, 5 de abril, infelizmente teve que ser adiada. As cerimônias serão remarcadas o mais rápido possível e atualizaremos a todos.

Infelizmente, Sua Excelência D. Tissier, foi impossibilitado de ordenar seminaristas para as ordens menores devido a problemas de saúde. Ao mesmo tempo em que permanece hospitalizado devido a uma infecção, ele está de bom humor e agradece qualquer oração por uma rápida e completa recuperação. Uma cirurgia de rotina será realizada na segunda-feira, 8 de abril, para garantir sua saúde plena.

A ocasião para a cirurgia é uma infecção causada por uma picada de inseto que ele recebeu enquanto viajava pela Europa. Por alguma razão, os antibióticos orais que lhe foram prescritos na Europa não fizeram efeito e a infecção evoluiu para uma celulite infecciosa. Quando, ao retornar aos Estados Unidos, no último sábado, 30 de março, ficou claro que os antibióticos orais não estavam se mostrando eficazes, ele foi internado em um hospital para receber antibióticos intravenosos. No entanto, a partir de imagens médicas recentes, parece que alguns dos tecidos infectados “se isolaram” (não é uma ocorrência totalmente incomum em infecções) e não conseguem ser alcançados por esses antibióticos intravenosos. Assim, seus médicos acharam que o caminho mais seguro era fazer a cirurgia simples para retirar o tecido infectado.

Assim que tivermos uma atualização, informaremos o resultado. Por favor, rezem por Sua Excelência, pelos seminaristas e suas famílias!

TOMADA DE BATINA NO SEMINÁRIO SANTO CURA D’ARS EM FLAVIGNY (FRANÇA) – 2019

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Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

No dia 2 de fevereiro, no Seminário Santo Cura d’Ars, D. Tissier de Mallerais, bispo auxiliar da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, concedeu o hábito clerical aos 16 seminaristas do primeiro ano.

Os novos levitas são franceses em sua maior parte, mas também há 2 ingleses, 1 português e 1 suíço. Cerca de 30 padres da FSSPX – de toda a França – vieram prestigiá-los, incluindo o Pe. Benoît de Jorna, Superior do Distrito da França. O Pe. Robert Brucciani, Superior do Distrito da Grã-Bretanha, assistiu o Bispo como diácono assistente. O Padre Samuel Bon, encarregado do apostolado da Fraternidade em Lisboa, Porto e Fátima, conduziu uma bela delegação de fiéis portugueses.

Os padres de Mérigny estavam representados, assim como os Capuchinhos, as Irmãs e Oblatas da FSSPX, e também as professoras Dominicanas de Brignolles e Fanjeaux.

Em sua homilia, o celebrante comparou a entrada dos levitas no santuário e a entrada de Jesus no templo no dia de Sua apresentação: a batina é um sinal de contradição. Ele citou uma Carta Circular de Mons. Lefebvre aos seus confrades, quando era Superior Geral dos Padres do Espírito Santo: “Vocês não são do mundo”(Jo 15,19)(…); “Vocês serão minhas testemunhas” (At 1, 8)!  Precisamente a batina traz essas duas finalidades, marcando a separação do mundo e o testemunho dado a Nosso Senhor. (…) A vestimenta laica, o desaparecimento de todo testemunho do traje aparece claramente como falta de fé no sacerdócio, um menosprezo do sentido religioso ao próximo e, além disso, uma covardia, uma falta de coragem em suas convicções. (11 de fevereiro de 1963)

O seminário de Flavigny está instalado na Casa Lacordaire, que acaba de celebrar 200 anos de vida religiosa. Em 4 de novembro de 1818, a propriedade que havia sido, no século XIII, a moradia do oficial de justiça real de Auxois, tornou-se o seminário menor da diocese de Dijon. De 1824 a 1846 foi a Sede das Irmãs da Providência de Vitteaux.

Em 1848, Pierre Grognot, Cura de Flavigny, ofereceu a propriedade ao Revmo. Pe Lacordaire. O famoso pregador e restaurador da Ordem Dominicana na França fez dela o noviciado dominicano da província da França. Foi nessa época que a igreja foi construída.

Após a expulsão dos dominicanos em 1880 e 1903, outras comunidades os sucederam: as Ursulinas e as Dominicanas. O convento de Saint-Dominique, desde essa época, leva o nome de Casa Lacordaire. Em 1939, as Missionárias Dominicanas mudaram sua sede para lá. Elas permaneceram até 1971, cuidando dos doentes e do oratório. Sua presença permanece gravada na memória dos flavignianos. Seu fundador descansa no cemitério da propriedade.

Em 1971, as Pequenas Irmãs de São Francisco adquiriram o prédio para fundar, com a ajuda de Mons. Coache, um ramo de observância tradicional. Eles se dedicam ao cuidado dos idosos e continuam hoje suas atividades na Bretanha, em Trévoux.

Em 1986, a Fraternidade Sacerdotal São Pio X mudou-se para esta casa para formar Seminaristas e Irmãos no espírito tradicional da Igreja. Foram mais de 680 candidatos de 38 nacionalidades diferentes que passaram lá nesses 30 anos.

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

 

SUBDIACONATO E ÚLTIMAS ORDENS MENORES CONFERIDOS EM ECÔNE – 2018

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

ORDENS MENORES DE ACÓLITO E EXORCISTA

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Em 17 de março de 2018, no sábado conhecido como “Sitientes”, do nome do Introito da missa do dia, 5 jovens levitas receberam o subdiaconato das mãos de Mons. Bernard Tissier de Mallerais, bispo auxiliar da Fraternidade Sacerdotal São Pio X .

Esta primeira ordem maior, da lista das que levam ao sacerdócio, implica a entrega total de si mesmo a Deus através dos votos de castidade e a obrigação de recitar o breviário em nome da Igreja.

Na mesma cerimônia, outros 12 clérigos receberam as duas últimas ordens menores de Acólito e Exorcista.

ELEVAÇÃO AO SUBDIACONATO

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Após as admoestações relativas aos seus compromissos definitivos, os ordenandos se prostraram no chão, de bruços, em sinal de humildade e adoração, como faziam os patriarcas e os profetas.

Então, em harmonia com todos os eleitos do Céu, é cantada a Ladainha de Todos os Santos, a oração favorita da Igreja em que todos os títulos meritórios e as obras do Homem-Deus são apresentados à Santíssima Trindade. Esta prostração e ladainha precedem a ordenação ao diaconato e também ao sacerdócio.

O papel do subdiácono é apresentar a patena e o cálice ao diácono nas Missas solenes, verter água no cálice e cantar a Epístola. Ele também é responsável pela purificação de panos sagrados.

Ao receber a primeira ordem maior, o subdiaconato, os jovens levitas se comprometem, por um voto implícito, a levar uma vida de castidade perpétua (ver Código de Direito Canônico de 1917, Canon 132 ).

Mons. Tissier de Mallerais dirigiu-se a eles com as seguintes palavras prescritas:

“Meus queridos filhos, ao receberem esta Ordem, não vos será mais lícito afastarem-se de vosso objetivo e serão sempre obrigados a estar ao serviço a Deus (De servi-Lo para que Ele reine) e com Sua ajuda irão guardar a castidade e permanecerão sempre envolvidos no ministério da Igreja. Por consequência, enquanto houver tempo, examinem-se e vejam se estão determinados a perseverarem em vossa santa resolução e a darem esse passo em nome de Nosso Senhor.”

Além do compromisso com o celibato, os subdiáconos são obrigados a recitar todo o breviário diariamente. Durante a cerimônia, o pontífice pede ao Espírito Santo para que preencha os novos subdiáconos com seus dons, a fim de que possam cumprir dignamente as altas funções que a Igreja lhes confiou.

Rezemos por essas vocações e peçamos a Nossa Senhora para suscitar muitos chamados à vida religiosa nas famílias católicas.

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

ORDENS MENORES E TOMADAS DE BATINA NO SEMINÁRIO DE ZAITZKOFEN (ALEMANHA) – 2018

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Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Mons. Bernard Tissier de Mallerais, Bispo Auxiliar da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X , entregou a batina a sete seminaristas do primeiro ano: 1 alemão, 1 suíço, 1 austríaco, 1 tcheco, 1 russo e 2 poloneses, procedeu com a tonsura e conferiu as primeiras Ordens Menores a  outros onze: 2 tchecos, 4 alemães, 2 austríacos, 1 francês, 1 lituano e 1 suíço,  nos dias 2 e 3 de fevereiro de 2018 no Seminário do Sagrado Coração de Jesus, em Zaitzkofen, na Alemanha.

As quatro ordens menores (Hostiário, Leitor, Exorcista e Acólito) são graus do sacerdócio (leia aqui a respeito) e não são mais conferidos nos seminários conciliares.

Nas ordens antigas, a tonsura é mais visível, como ainda é usado, por exemplo, nos capuchinhos e nos beneditinos que, após a cerimônia de tonsura, não levam mais que uma coroa de cabelo.

Os seminaristas se ajoelham diante do Bispo que, em um gesto simbólico, corta quatro mechas de cabelo em forma de uma cruz. “O Senhor é parte da minha herança” (4), então diz o novo levita.

Esta é uma alusão à tribo de Levi no Antigo Testamento cujos membros, por suas funções ao serviço do Templo não possuíam territórios na Terra Prometida, o próprio Senhor se declarou sendo sua herança.

Depois de dar a tonsura, o Bispo conferiu as ordens menores:

– O Porteiro tem a tarefa de abrir e fechar as portas da igreja e garantir a santidade do local de culto. Ele também é responsável pela convocação dos fiéis, tocando o sino, às funções divinas:

 “O porteiro deve guardar a igreja dia e noite, cuidar para que nada se perca; abrir e fechar a igreja e a sacristia; cuidar da limpeza e da decoração da igreja; tocar os sinos para indicar as horas das diferentes orações; manter a ordem do lugar e observar o silêncio e a modéstia; evitar que os infiéis entrem na igreja, perturbando os serviços, profanando os mistérios; abrir o livro ao pregador. ”

Ao tocarem as chaves da igreja, o bispo também lembra as contas que terão que prestar a Deus por esse serviço. No fundo da igreja, um a um, eles abrem a porta e tocam o sino.

De volta à frente do altar, eles são ordenados Leitores para a edificação dos fiéis. O Leitor faz as leituras do Antigo Testamento em público: dessa forma ele começa a exercer o papel sacerdotal de ensino.

O que vossos lábios lerão, creiam-no de todo o coração e mais ainda, pratiquem-no por vossas obras … Como se mantendes de pé para ler, devereis também dar o exemplo e praticar uma virtude mais elevada que aqueles que vos ouvem.

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As ordenações menores em 2018 nos EUA e na França podem ser vistas aqui.

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

PRIMEIRAS FOTOS DAS ORDENAÇÕES DE ONTEM EM LA REJA (FSSPX)

Conforme anunciado esses dias, na qual também pedimos orações, tivemos ontem (16 de dezembro) as ordenações sacerdotais e diaconais no Seminário Nossa Senhora Co-Redentora, em La Reja, na Argentina, conferidas por D. Tissier de Mallerais.

Dentre os ordenados:

  • 3 brasileiros elevados ao sacerdócio (Padres: Olivieri, Tarcísio e Juliano) – dentre os 6 ordenados;
  • Irmão Elias, OSB (brasileiro, beneditino do Mosteiro de Bellaigue, que foi ordenado padre)
  • 2 brasileiros que foram elevados ao diaconato – dentre 6 ordenados.

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Agradecemos aos amigos presentes em La Reja que nos enviaram essas fotos “extra-oficiais”

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

FOTOS DA CERIMÔNIA DE CONFIRMAÇÃO E PRIMEIRAS COMUNHÕES NO PRIORADO DE SÃO PAULO – 2017

No sábado passado, dia 25 de novembro, cerca de 85 pessoas receberam, de D. Tissier de Mallerais, o Sacramento da Confirmação (Crisma) no Priorado Padre Anchieta, em São Paulo/SP. Dessas, por volta de 25 receberam o sacramento sub conditione.

D. Tissier teve como padres assistentes os padres Rodolfo e Áureo.

A CERIMÔNIA DA CRISMA

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A MISSA DO SÁBADO

Após a cerimônia da crisma, o Prior da Casa Autônoma do Brasil, Pe. Juan María celebrou a Missa para os recém crismados.

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MISSA PONTIFICAL DO DOMINGO

Já no domingo, dia 26 de novembro, antes da Missa, D. Tissier abençoou o novo órgão de tubo projetado para a Capela do Priorado.

Na Missa, o Bispo foi assistido pelos Padres Juan María e Rodolfo, dando as Primeiras Comunhões a 8 crianças.

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OUTRAS BELÍSSIMAS FOTOS DAS ORDENAÇÕES EM ECÔNE – 2017

Além das daquelas que já postamos, publicamos agora outras belíssimas fotos das ordenações de 12 padres e elevação de 6 diáconos ocorridas no Seminário Internacional da FSSPX, em Ecône, dia 29 de junho de 2017.

PROCISSÃO DE ENTRADA

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PROSTRAÇÃO DOS ORDENANDOS

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IMPOSIÇÃO DAS MÃOS

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O SACRAMENTO DA ORDEM

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AS PRIMEIRAS BÊNÇÃOS

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

FOTOS DAS ORDENAÇÕES EM ECÔNE 2017: 12 SACERDOTES E 6 DIÁCONOS

Seis novos diáconos e doze novos padres para transmitirem a herança de Mons. Marcel Lefebvre

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

No dia 29 junho de 2017, na festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, no seminário de Ecône (Suíça), D. Alfonso de Galarreta, ordenou 12 novos sacerdotes da Fraternidade Sacerdotal São Pio X: 11 franceses e 1 espanhol.

Ele também elevou ao diaconato 6 alunos do quinto ano: 5 franceses, da Fraternidade Sacerdotal São Pio X e das comunidades amiga, e 1 inglês.

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Dirigindo-se aos ordenandos, Mons. de Galarreta disse:

“Esta fé que os senhores devem ensinar, é a verdade de Cristo, de seu evangelho, da Tradição, do magistério de sempre, da Fé de sempre. Esta é a doutrina de Cristo transmitida pela Tradição e pela Santa Igreja, e é isso que deve ensinar o padre.

O que é exigido dele é que seja fiel e ensine pura e fielmente esta doutrina de Cristo e nada mais. Sem essa fé, não podemos agradar a Deus. E qualquer coisa que não proceda dessa fé é pecado e cisma e está fora da unidade da igreja. Onde não há conhecimento da verdade imutável e eterna, há apenas falsa virtude. […]

A situação atual é de uma crise fé na Santa Igreja. Monsenhor Lefebvre dizia que este espírito liberal e modernista do Concílio Vaticano II triunfou e penetrou até o mais alto ponto da Igreja. Mistério da iniqüidade … “

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Em seguida, eles encontraram seus parentes e amigos, a quem deram suas primeiras bênçãos, com grande emoção, que era nítida em seus rostos.

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Estes jovens sacerdotes receberam, durante a missa, a imposição das mãos de 3 bispos e 143 sacerdotes que estiveram presentes na cerimônia, onde viram crescer o futuro da Tradição. Os fiéis vieram em grande número para comungarem desta alegria inexplicável. 

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

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MAIS 23 SACERDOTES PARA A FSSPX – ORDENAÇÕES NO HEMISFÉRIO NORTE

ordinations_sacerdotales_juin_juillet_2017

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

No dia 29 junho de 2017, na festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, no seminário de Ecône, na Suíça), D. Alfonso de Galarreta, ordenará 12 novos sacerdotes para a Fraternidade Sacerdotal São Pio X: 11 franceses e 1 espanhol. Serão também ordenados diáconos outros 4 franceses (2 para a FSSPX e 2 para os capuchinhos de Morgon) e 1 inglês.

Em 1 de Julho de 2017, no Seminário do Sagrado Coração de Jesus (Priesterseminar Herz Jesu, em Zaitzkofen, na Alemanha) – será D. Bernard Tissier de Mallerais quem conferirá o sacerdócio a 2 outros sacerdotes.

Finalmente, em 7 de julho de 2017, D. Bernard Fellay, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, ordenará 9 novos sacerdotes e 6 diáconos no Seminário São Tomás de Aquino, em Dyllwin, EUA.

No total, portanto, 23 novos padres serão ordenados em junho e julho de 2017 para a FSSPX, que contará, então, com 635 sacerdotes, ajudados por 116 Irmãos e 79 Irmãs Oblatas.

Em seus seis seminários pelo mundo são 204 jovens e 36 pré-seminaristas que foram inscritos no início do ano acadêmico.

Em junho/julho são realizadas as ordenações nos seminários do hemisfério norte (EUA, França, Suiça e Alemanha) e em dezembro nos seminários do hemisfério sul (Argentina e Austrália)

Rezemos por esses jovens, para que se mantenham firmes na verdadeira fé católica.

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“Senhor, dai-nos sacerdotes,

Senhor, dai-nos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes,

Senhor, dai-nos muitas santas vocações religiosas,

Senhor, dai-nos famílias católicas, 

São Pio X, rogai por nós”

A IGREJA SAINT-NICOLAS DU CHARDONNET (FSSPX) COMEMORA 40 ANOS DE RETORNO À TRADIÇÃO

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Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Perante mais de 1.600 fiéis que a Missa Pontificial – Missa do Coração Imaculado de Maria – foi celebrada por D. Bernard Tissier de Mallerais, bispo auxiliar da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Pe. Christian Bouchacourt foi primeiro assistente e os Revmos. padres Patrick de La Rocque e Xavier Beauvais – atual e antigo cura de St. Nicolas du Chardonnet – foram os diáconos assistentes. Foram os dois padres provenientes dessa paróquia que oficiaram os papéis de diácono e subdiácono: Revmos padres Jean-Baptiste Quilliard e Guillaume Scarcella .

Sua Excelência honrava Nossa Senhora Rainha do Clero, quando vinha rezar em Saint-Nicolas em 1966-1967, enquanto estava estudando em Paris e não conhecia ainda a FSSPX, que seria fundada três anos mais tarde. Obviamente, a Providencia já o assistia!

Ele posteriormente insistiu sobre a “Professio Dei” que todos devem pronunciar para serem verdadeiramente católicos face aos erros professados nos diversos níveis da igreja.

Mons.  La Rocque convidou a todos, se Deus quiser, para os cinquenta anos do retorno do “farol da Tradição” ao verdadeiro e único culto católico: será em 2027 …

Algumas datas que foram lembradas por D. Tissier de Mallerais por ocasião desse quadragésimo aniversário:

  • 1517 – Lutero se revolta contra a Igreja Católica; 
  • 1717 – A Maçonaria assume seu funesto impulso de destruição e ódio contra Deus; 
  • 1917, o comunismo se instala pelo sangue na Rússia e Nossa Senhora aparece em Fátima para nos advertir e pedir para fazermos penitência; 
  • 1977 – a Saint-Nicolas-du-Chardonnet é devolvida ao culto católico.

Clique aqui e faça um tour pela belíssima igreja de Saint-Nicolas

TOMADA DE BATINA E TONSURA NO SEMINÁRIO SÃO TOMÁS DE AQUINO – FSSPX/EUA – 2017

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Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Esta foi a primeira vez que os fiéis americanos tiveram a alegria de assistir às cerimônias de tomadas de batina e tonsura no novo seminário dos Estados Unidos, por Sua Excelência Mons.  Bernard Tissier de Mallerais, bispo auxiliar da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X .

São 17 seminaristas do primeiro ano (14 americanos, 1 dominicano, 1 mexicano e 1 canadense) que receberam a batina e 7 a tonsura das mãos do pontífice.

Mons. Marcel Lefebvre, fundador da FSSPX, sempre defendeu o uso da batina como um sinal de sacrifício: um sermão vivo, pregando Nosso Senhor Jesus Cristo no mundo. Este também foi o sentido da homilia de Mons. Tissier de Mallerais, que pregou sobre o profundo significado desta tomada de batina, que separa estes jovens seminaristas do resto do “mundo”.

A Batina, traje sóbrio e austero simboliza o desprendimento dos seminaristas do mundo em tudo o que pode ser frívolo, leviano e superficial. Ela indica também, um outro aspecto positivo, a estreita relação que agora os une a Nosso Senhor Jesus Cristo.

No mesmo dia, no seminário de São Cura d’Ars, em Flavigny (França), Mons. Bernard Fellay  entregou a batina para 14 seminaristas do primeiro ano: 12 franceses, 1 britânico e 1 suíço.

Finalmente, no seminário  Sagrado Coração de Jesus, em Zaitzkofen (Alemanha), Dom Alfonso de Galarreta entregou o hábito clerical a 7 seminaristas. Isso faz que tenhamos no total: 38 tomadas de batina para a FSSPX, em 02 de fevereiro de 2017.

Deo Gratias!

A JURISDIÇÃO DE SUPLÊNCIA

Resultado de imagem para tissier de malleraisPor Dom Bernard TISSIER DE MALLERAIS

INTRODUÇÃO do Sr. Padre SCOTT

O ESTADO DA QUESTÃO

Muitos têm perguntado como os padres tradicionais podem continuar a ministrar os Sacramentos, e especialmente ouvir confissões, quando eles tiveram as suas Licencias Sacramentais retiradas pelo ordinário local.

As considerações a seguir deverão ajudar-lhes a entender não apenas a injustiça da situação, mas, também, como estes padres estão claramente no direito de usar a jurisdição de suplência. É óbvio que a presente crise na Igreja não está prevista na Lei Canônica.

Consequentemente, nós devemos basear a nossa actividade em uma analogia jurídica, tomada das normas gerais dos Códigos (Canon 20 no Código Antigo e Canon 19 no Novo Código), as quais determinam que se não há lei que diga respeito expressamente a uma situação especial, a regra deve ser tomada a partir de:

1) Leis promulgadas para circunstâncias similares. As circunstâncias similares são aquelas nas quais a Igreja supre a jurisdição por conta de um grave perigo para as almas. Estas são os casos de:

  • Erro comum concernente à jurisdição do padre: Código Antigo [i.e., o Código de Direito Canônico de 1917, doravante “CA”, Canon 209], Novo Código [i.e., o Código de Direito Canônico de 1983, doravante “NC”, 144].
  • Dúvida positiva e provável: CA 209 (NC 144). Isto pode estar relacionado a jurisdição ou erro comum ou perigo de morte.
  • Desconhecimento do fato de que a jurisdição havia expirado: CA 207.
  • Perigo de morte: CA 882 e 2252 (NC 976 e 1357). Aqueles que não podem encontrar um confessor apropriado por um longo período de tempo e, consequentemente, que estão em perigo de morte espiritual devem ser equiparados àqueles em perigo de morte, de acordo com o princípio da Equidade Canónica (v abaixo).

2) Os princípios gerais da lei canónica, os quais inspiram as leis particulares. Os dois princípios são:

  • A salvação das almas é a maior das leis (NC 1752).
  • Os Sacramentos existem para o bem dos homens.

3) O recurso à equidade. Isto é, o recurso ao parecer do legislador (quando não há nada explícito por escrito), que nunca deseja que a sua legislação seja custosa demais (opressiva), mas sempre deseja que ela seja interpretada de uma maneira justa e favorável. Que seja, de fato, a intenção da Igreja ser generosa na concessão de jurisdição, e não rigorosa ou exigente em excesso, é, também, patente nos dois Cânones seguintes: Continuar lendo

CONFIRMAÇÕES EM DICKINSON, TEXAS (EUA)

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Mais de 50 confirmações foram realizadas por Dom Bernard Tissier de Mallerais em uma igreja cheia de história para a Sociedade de São Pio X

Fonte: SSPX USA – Tradução: Dominus Est 

No dia 30 de Abril de 2016, a igreja Rainha dos Anjos, em Dickinson –Texas (EUA) 52 almas foram Confirmadas e uma solene Missa Pontifical foi oferecida.

A previsão de 4-6 polegadas de chuva não se concretizou. Ao vez disso, choveu brevemente durante a missa e em seguida o belo sol texano apareceu!

O Bispo proferiu um belo sermão sobre os Dons do Espírito Santo sendo como um sopro nas velas do navio de nossas almas para o porto da salvação eterna. Ele então falou sobre São Damião de Molokai e seu zelo pelas almas como um exemplo de ação do Dom da Fortaleza.

A igreja Rainha dos Anjos foi dedicada pelo Arcebispo Lefebvre em 12 de julho de 1977. Foi a sede do Distrito dos EUA entre 1983-1988 e o Angelus Press funcionou lá entre 1977-1991. As últimas Confirmações foram dadas também por Dom Tissier em fevereiro de 2014. Em 2015 houveram 15 batizados e 4 casamentos. A média de presenças na missa dominical é de 340 pessoas.

Dickinson está localizado a 25 milhas ao sul da cidade de Houston e 20 milhas de Galveston, Texas Gulf Coast. Nela  há um priorado da FSSPX onde 5 sacerdotes (sendo Pe Frank Kurtz o Prior) e 2 irmãos residem. Dalí, os padres servem outra capela que estão localizadas em North Houston (St. Michael’s) com uma assistência na missa dominical de 125 pessoas, bem como as capelas em Carthage, TX, Corpus Christi, TX, Baton Rouge, LA e Kenner, LA (Nova Orleans).

ORDENAÇÕES DE 9 SUBDIÁCONOS E 13 PARA ORDENS MENORES DA FSSPX – SEMINÁRIO SÃO TOMÁS DE AQUINO (WINONA/EUA)

Fonte: SSPX EUA – Tradução: Dominus Est

Nove novos subdiáconos para a Igreja

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No sábado, 12 de março, os seminaristas Ian Palko, James Torzala, Peter Kallal, Tyler Nelson, Jonathan Kopec, Christopher Hone, Richard Brueggemann, Josh Jacobs e John Carlisle foram ordenados para a maior ordem de subdiácono pelo Bispo Tissier de Mallerais.

O papel do subdiácono é apresentar a patena e o cálice ao diácono na Missa Solene, para derramar a água no cálice e cantar a Epístola. Ele também é responsável pela purificação dos lenços sagrados.

Treze seminaristas recebem as ordens menores

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8 seminaristas receberam na sexta, 11 de março, as ordens de Hostiário e Leitor enquanto 5 receberam as ordens de Exorcista e Acólito. As ordenações são compostas de 3 partes: uma advertência ou instrução sobre as funções que incidirão sobre os ordenandos, a tradição dos atributos da ordem, e, finalmente, uma oração especial para o recém-ordenado, pedindo a Deus pela graça e as virtudes necessárias para cumprirem de maneira santa as funções da ordem recebida.

(…)

A quarta ordem menor é a de acólito. O acólito é o que traz luz para os fiéis, tanto conduzindo as velas acesas para o canto do Santo Evangelho, como por sua conduta, que deve iluminar os fiéis e levá-los sempre para perto de Deus. O acólito também traz água e vinho para os ministros sagrados no altar, que durante a Consagração será transformado no Sangue de Cristo. Mais ainda do que antes, ele deverá aplicar-se a uma vida de castidade.

TOMADA DE BATINA E TONSURA NO SEMINÁRIO DO SAGRADO CORAÇÃO – ZAITZKOFEN (ALEMANHA)

No dia 2 de fevereiro, Dom Bernard Tissier de Mallerais abençoou a batina de 9 seminaristas e deu a tonsura clerical a 7, tal como anunciado pelo Pe. Franz Schmidberger (reitor de seminário). Um dia depois o bispo deu as ordens menores a outros 7, com 3 tornando-se Hostiários e Leitores, e os outros 4 sendo ordenados Exorcistas e Acólitos.

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TOMADA DE BATINA EM LA REJA – PARTE 2

Fonte: FSSPX Argentina

Em uma solene Missa Pontifical celebrada no domingo 13 de setembro, 2015, Sua Excelência Reverendíssima Mons. Tissier de Mallerais, bispo auxiliar da Fraternidade São Pio X, abençoou a batina de 9 seminaristas do Ano de Espiritualidade – 5 argentinos, 2 brasileiros , 1 chileno e 1 guatemalteco – que se revestem agora com o santo hábito clerical.

Esta é a primeira cerimônia que marca profundamente os seminaristas. Nesse dia, eles concretizam sua doação total à Nosso Senhor Jesus Cristo e o abandono definitivo da veste secular. Mons. Lefebvre sempre defendeu o uso da batina como sinal de sacrifício e como uma pregação viva de Nosso Senhor no mundo.

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TOMADA DE BATINA EM LA REJA – PARTE 1

Fonte: FSSPX Argentina

Em uma solene Missa Pontifical celebrada no domingo 13 de setembro, 2015, Sua Excelência Reverendíssima Mons. Tissier de Mallerais, bispo auxiliar da Fraternidade São Pio X, abençoou a batina de 9 seminaristas do Ano de Espiritualidade – 5 argentinos, 2 brasileiros , 1 chileno e 1 guatemalteco – que se revestem agora com o santo hábito clerical.

Esta é a primeira cerimônia que marca profundamente os seminaristas. Nesse dia, eles concretizam sua doação total à Nosso Senhor Jesus Cristo e o abandono definitivo da veste secular. Mons. Lefebvre sempre defendeu o uso da batina como sinal de sacrifício e como uma pregação viva de Nosso Senhor no mundo.

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