FESTA DE SÃO JOSÉ, ESPOSO DA VIRGEM MARIA

abcClique na imagem acima e acesse a leitura da Festa de São José, por Santo Afonso de Ligório.

Algumas outras excelentes leituras sobre São José:

 ******************************

Para acessar todos os posts publicados relacionados ao glorioso São José, clique aqui.

FESTA DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO

Svatý Josef, patron Čech a ochránce při pokušeních | i60.czEm 1º de maio, a Igreja celebra a festa de São José Operário, padroeiro dos trabalhadores, coincidindo com o Dia Mundial do Trabalho. Esta celebração litúrgica foi instituída em 1955 pelo Papa Pio XII, diante de um grupo de trabalhadores reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano.

Naquela ocasião, o Santo Padre pediu que “o humilde operário de Nazaré, além de encarnar diante de Deus e da Igreja a dignidade do trabalho manual, seja também o providente guardião de vocês e suas famílias”.

Pio XII desejou que o Santo Custódio da Sagrada Família, “seja para todos os trabalhadores do mundo, especial protetor diante de Deus e escudo para proteger e defender nas penalidades e nos riscos de trabalho”.

Nessa Festa de São José, seguem alguns textos para leitura:

 ******************************

Para acessar todos os posts publicados relacionados ao glorioso São José, clique aqui.

FESTA DE SÃO JOSÉ, ESPOSO DA VIRGEM MARIA

abcAcesse a leitura da Festa de São José, por Santo Afonso de Ligório, clicando na imagem acima.

Outras excelentes leituras sobre São José são:

 ******************************

Para acessar todos os posts publicados relacionados ao glorioso São José, clique aqui.

A ESPADA DE DOR NAS MÃOS DE SÃO JOSÉ

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

“Levante-se, pegue o Menino e sua mãe, fuja para o Egito e fique lá até que Eu avise;  porque Herodes vai procurar o menino para o matar ”(Mt 2, 13). Esta mensagem do anjo, no meio da noite, muitos meses após o nascimento do Menino Jesus, foi um grande tormento para São José.

Essa notícia acabou com as alegrias do Natal e tornou-se o começo do cumprimento da profecia de Simeão: “E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este (Menino) está posto para ruína e para ressurreição de muitos em Israel, e para ser alvo de contradição. E uma espada trespassará a tua alma, a fim de se descobrirem os pensamentos escondidos nos corações de muitos.” (Lc 2, 34-35).

Maria, vítima toda pura, não podia se sacrificar, se imolar sozinha mais do que o próprio Cristo. Era-lhe necessário um sacrificador, alguém que os enviasse, por assim dizer, à morte. O Pai que enviou seu Filho único para ser sacrificado, enviou José para transpassar o Coração de Maria com esta dura notícia. É assim que começa uma longa série de sofrimentos. São José sabia o que estava fazendo quando acordou Maria e seu filho. Ele já podia imaginar a dor agonizante da espada que ele teria que penetrar em seu Coração Imaculado. São José não poderia fazer o contrário, porque Deus o havia ordenado dessa forma, pela voz do anjo. O tempo também estava acabando pois os homens de Herodes iam partir ao amanhecer.

As penas e os sofrimentos de uma longa jornada abriram caminho às inúmeras dificuldades de viver e trabalhar em um país estrangeiro. A espada que José havia introduzido no coração de Maria voltava sempre aele através de todas essas incontáveis ​​contrariedades. A dificuldade de sustentar sua esposa e o Menino era uma dor diária para ele. Os sofrimentos que suportaram por estarem fora da terra de Israel também pesaram em suas almas tão puras e tão sensíveis. Foi um sofrimento adicional para São José. Na verdade, ele sofreu na companhia de Jesus e Maria e suportou suas próprias tristezas com eles. Ele sabia a quem servia, e esse serviço, embora cheio de grandes sofrimentos, também era uma fonte de alegria e paz.

Assim deve ser para nós. Companheiros de Jesus e Maria, adentremos também essa espada de dor em seus corações, não pelo cumprimento de uma profecia, mas por nossos pecados e nossas negligências. Em vez de reclamarmos de nossas contrariedades, deveríamos nos considerar felizes e compartilhar com Jesus e Maria os sofrimentos desta terra, as rejeições a qual eram objeto, os pecados e as indiferenças que eles encontraram.

Para imitar São José, compartilhemos voluntariamente esses sofrimentos que são de três tipos:

1) Muitos são os sofrimentos que nos chegam de pessoas próximas a nós. Não vamos reclamar disso e carreguemos esse fardo voluntariamente.

2) Os sofrimentos também chegam a nós por nossos próprios pecados e quedas. Não nos surpreendamos, mas os suportemos, sabendo que é pela paciência que salvaremos nossas almas.

3) Os interesses e desígnios de Deus devem ser nossos e Deus deseja a salvação e a santificação de todos. É por isso que devemos ter conhecimento dos pecados do mundo e levá-los em uma oração frutífera e restauradora pela salvação das almas.

São José, testemunha silenciosa dos sofrimentos de Jesus e Maria, rogai por nós. E nós, pobres pecadores, não cessemos de gritar: Ave Maria.

NOSSA SENHORA, TESOURO DE SÃO JOSÉ

Fonte: DICI – Tradução: Dominus Est

Quando o rei Salomão subiu ao trono, Deus lhe prometeu, em sonho, que lhe daria o que quisesse. Salomão pediu “um coração dócil, para poder julgar seu povo e discernir entre o bem e o mal; pois quem pode fazer justiça ao seu povo, a esse povo tão numeroso? ”(3 Reis 3, 9).

Diante da humildade dessa resposta, Deus concedeu ao rei riqueza, longevidade e vitória sobre seus inimigos, além da sabedoria que ele desejava. Precisamente porque ele havia mostrado que preferia ser justo do que gozar dos bens que não eram necessários à sua salvação, Deus lhe cobriu de todos os bens.

De fato, certos dons de Deus não são essenciais e Ele, às vezes, não os concede a nós, a menos que estejamos desapegados deles. O patriarca Abraão teve uma dolorosa experiência no momento do sacrifício de “seu filho, seu único filho, o objeto de sua afeição” por ordem de Deus, antes que o anjo o impedisse, pois seu temor a Deus havia sido suficientemente comprovado.

Ser casado com Nossa Senhora não era necessário à salvação de José. E, no entanto, ele certamente não deixou de saber, em sua alma já tão profunda, que o tesouro que havia lhe sido confiado não tinha preço. Esse tesouro, a Providência exigiu primeiramente que o abandonasse. Vendo que Maria esperava um filho e que ele não participaria desse mistério, para observar a lei sem prejudicar sua noiva que ele sabia ser pura, resolveu deixá-la secretamente (Mt 1,19), e foi somente depois de tomar essa decisão que Deus lhe confiara expressamente Maria e o filho. Sua afeição já tão profunda foi assim purificada por um corajoso sacrifício.

Da mesma forma, Nossa Senhora renunciou à alegria e ao orgulho da maternidade dedicando sua virgindade a Deus. E Deus, que não se deixa vencer em generosidade, honrou esse propósito, concedendo milagrosamente que ele fosse mãe, e mãe de Seu Filho!

Maria era o tesouro de José, Jesus o de Maria. Mas tanto Maria como José buscaram primeiro o reino de Deus e sua justiça, e a plenitude deles era superabundante. Que eles se dignem a transformar nossos corações em bens verdadeiros!